Vila Aty celebra aniversário com promoções mensais que presenteiam hóspedes de setembro a dezembro

Prestes a completar 6 anos em setembro, o Vila Aty acumula cinco prêmios consecutivos em plataforma mundial de viagens

São Luís – O Vila Aty, hotel no vilarejo de Atins, no município de Barreirinhas (MA), lançou uma promoção especial em comemoração ao seu aniversário de 6 anos, completados no mês de setembro. A hospedagem está oferecendo experiências para novas reservas feitas para os meses de setembro a dezembro de 2026, cada mês com um benefício diferente.

“Nossos clientes ajudaram a fazer do Vila Aty o que ele é hoje: um empreendimento premiado e consolidado na região dos Lençóis. Essas ações são a nossa forma de comemorar essa história junto com quem faz parte dela”, afirma o empresário maranhense Saulo Prazeres, sócio-diretor do hotel.

Setembro abre a programação com aula de kitesurf com duração de duas horas para uma pessoa por apartamento em estadas a partir de três noites. A atividade é realizada em parceria com o Kite Delas, escola de kitesurf localizada em Atins, e chega no momento ideal. “Setembro e outubro são os meses com mais vento em Atins”, esclarece Kelly Bohrer, instrutora do Kite Delas. De acordo com ela, os ventos fortes e constantes na região costumam ocorrer de junho a dezembro, mas a expectativa para essa temporada é que eles se estendam até fevereiro de 2027.

“O kitesurf é uma das experiências mais marcantes que Atins pode oferecer, e presentear nossos hóspedes com essa vivência em plena temporada de ventos é uma forma de mostrar mais uma faceta desse destino único. Queremos que cada pessoa que chegue ao Vila Aty em setembro saia com uma memória que só Atins pode proporcionar”, diz o sócio-diretor Jethro Raposo, que também pratica o esporte.

Em outubro, o hotel assume o transfer de ida e volta no trecho Barreirinhas–Atins para novas reservas, o que simplifica a logística e garante uma boa experiência antes mesmo da chegada à hospedagem. Em novembro, o benefício é a meia pensão: uma refeição por dia incluída na estada, com prato principal e bebida não alcoólica, servida pelo Okarú, restaurante com cozinha contemporânea e regional que funciona no hotel. Em dezembro, o presente é um passeio coletivo para contemplar o espetáculo natural da revoada dos guarás.

As promoções são válidas para novas reservas realizadas diretamente pela central de reservas (98 99118-1709) ou pelo site do hotel (www.vilaaty.com.br), não são cumulativas e não se aplicam a pacotes, feriados e Réveillon. Cada benefício está sujeito a disponibilidade e condições específicas no ato da reserva, sendo necessário agendamento prévio.

Sobre o Vila Aty

Situado no vilarejo de Atins, a 350 metros da praia e a 2,5 km do início das dunas e lagoas dos Lençóis Maranhenses, o Vila Aty é um hotel voltado à conexão com a natureza e à cultura local. Inaugurado em 2020 e expandido em 2023, possui 20 suítes de alto padrão com varanda e enxoval premium, além de estrutura de lazer completa. Neste ano, foi reconhecido pelo Tripadvisor, plataforma mundial de viagens, com o prêmio Travelers’ Choice pela quinta vez consecutiva.

Yasmin Mariah assinou curadoria de exposição que provocou um novo olhar sobre memória e pertencimento

Yasmin Mariah e um dos trabalhos da exposição “Sombra & Sol”

São Luís – Yasmin Mariah partiu de uma pergunta provocadora para construir sua experiência curatorial: como enxergar de outra maneira aquilo que parece familiar? Estudante da Parsons School of Design e ligada à pesquisa e à prática curatorial, ela assinou a curadoria da exposição “Sombra & Sol – O Infamiliar na Arte Latino-Americana”, realizada pelo Instituto Nacional de Artes dos Lençóis Maranhenses (INALMA).

A mostra foi apresentada nos dias 19, 20 e 21 de agosto, no Espaço Coworking do Departamento de Computação (DCOMP), no IFMA – Campus São Luís/Monte Castelo. Reunindo diferentes linguagens das artes visuais contemporâneas, a exposição propôs ao público uma experiência marcada pela reflexão, pela memória e por múltiplas possibilidades de interpretação.

Mais do que apresentar obras, a curadoria buscou criar um espaço capaz de deslocar o olhar do visitante. A proposta era fazer com que aquilo que normalmente passa despercebido pudesse ganhar novos sentidos.

Exposição trabalhou a partir de contrastes que atravessam a própria existência: luz e sombra, presença e ausência, reconhecimento e estranhamento, natureza e cultura

O “infamiliar” como ponto de partida

No centro da exposição estava o conceito de “infamiliar”, tradução do termo alemão Das Unheimliche, trabalhado pelo psicanalista Sigmund Freud.

A ideia está relacionada a algo que, embora conhecido e familiar, repentinamente revela uma dimensão estranha, inquietante ou inesperada. Na exposição, esse conceito foi ampliado para dialogar com experiências presentes em diferentes territórios da América Latina.

Memória, identidade, território e pertencimento apareceram, assim, entrelaçados a histórias de transformação, desigualdade, reconhecimento e estranhamento.

A escolha do conceito permitiu que a exposição não se limitasse a uma interpretação única. Em vez de oferecer respostas prontas, “Sombra & Sol” convidou o visitante a permanecer diante das dúvidas e ambiguidades.

Uma curadoria que aproximou o público da obra

Um dos diferenciais da proposta de Yasmin Mariah foi justamente na relação estabelecida entre público e produção artística.

A intenção foi ultrapassar a ideia de que uma exposição deve ser apenas observada. As obras foram apresentadas como possibilidades de encontro, capazes de despertar lembranças, associações e experiências particulares.

Cada visitante pôde, portanto, construir seu próprio percurso.

O espaço expositivo se transformou em um território de encontros entre diferentes linguagens, experiências individuais e coletivas e, principalmente, entre aquilo que reconhecemos e aquilo que nos causa estranhamento.

Um dos trabalhos apresentados na exposição, realizada nos dias 19, 20 e 21 de agosto, no Espaço Coworking do Departamento de Computação do IFMA

Luz, sombra e as muitas faces da experiência latino-americana

O título da mostra traduziu uma das principais características de sua proposta. Luz e sombra, presença e ausência, natureza e cultura, reconhecimento e estranhamento são contrastes que atravessam a exposição.

Essas relações também ajudam a pensar a própria experiência latino-americana, marcada por diferentes histórias, identidades, transformações e formas de pertencimento.

A partir de São Luís, a exposição estabeleceu conexões com questões que ultrapassam os limites do Maranhão. O território local tornou-se ponto de partida para uma reflexão mais ampla sobre memória e identidade.

São Luís como território de criação e reflexão

Realizar uma exposição com alcance latino-americano a partir da capital maranhense também evidenciou a força da produção artística contemporânea feita em São Luís.

Ao colocar São Luís no centro desse diálogo, “Sombra & Sol” mostrou que reflexões sobre identidade, memória e território podem nascer de experiências locais e, ao mesmo tempo, conversar com questões presentes em diferentes partes da América Latina.

A arte aparece, nesse contexto, como ferramenta para revisitar narrativas e questionar aquilo que muitas vezes é tratado como natural.

Exposição convidou o público a refletir sobre memória, identidade, território e pertencimento

INALMA amplia diálogo com as artes visuais

A exposição integrou as ações do Instituto Nacional de Artes dos Lençóis Maranhenses (INALMA) voltadas à valorização da produção artística, à formação de público e à aproximação entre artistas, instituições e sociedade.

A coordenação-geral ficou sob responsabilidade de Eliana Rose Calisto Cunha, formada em Licenciatura em Artes Visuais pelo IFMA – Campus São Luís/Centro Histórico.

A iniciativa reforçou o papel das artes visuais como espaço de memória, pensamento crítico e construção de novas narrativas.

No percurso proposto por Yasmin Mariah, o visitante foi convidado a olhar duas vezes: primeiro para aquilo que estava diante dos olhos e, depois, para aquilo que permanecia escondido, silenciado ou pouco percebido.

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QUEM SOU EU

Jornalista profissional formado pela Universidade Federal do Maranhão e que há mais de 20 anos integra o staff do Grupo Mirante, Evandro Júnior é do Imirante.com, titular da coluna Tapete Vermelho, dentro do Caderno PH Revista, e coordenador e colaborador diário e interino da coluna de Pergentino Holanda (PH) no Imirante.com. A proposta é trazer informações sobre generalidades, com um destaque especial para as esferas cultural, empresarial e política.

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