Beach Club Rio Poty celebra dois anos na Ponta d’Areia

Beach Club Rio Poty fica localizado na Ponta d’Areia

São Luís – O Beach Club Rio Poty, localizado na Ponta d’Areia, celebra dois anos de atividades neste sábado (24), a partir das 16h, com uma programação especial. A comemoração será marcada por um encontro intimista entre a Família Lima, parceiros e convidados, celebrando a trajetória do empreendimento e sua proposta de reunir esporte, saúde, lazer, gastronomia e convivência em um só lugar.

Ao longo desses dois anos, o Beach Club Rio Poty vem consolidando sua proposta de oferecer um ambiente diferenciado, voltado ao bem-estar e à qualidade de vida, com espaço para a prática esportiva, momentos de descontração e experiências gastronômicas.

Localizado em uma das áreas mais valorizadas da capital maranhense, o empreendimento aposta na integração entre lazer, atividade física e convivência social, criando um ambiente para reunir famílias, amigos e pessoas que buscam aproveitar o tempo livre com conforto e boas experiências.

Para Patrícia Lima, que gerencia o espaço, a data representa um momento de gratidão e reconhecimento a todos que contribuíram para a construção dessa história. “Agradecemos a cada cliente que confia em nosso trabalho, aos parceiros que caminham conosco e, especialmente, aos nossos colaboradores, que diariamente fazem esse sonho acontecer. Acima de tudo, agradecemos a Deus, por nos guiar, fortalecer e abençoar cada etapa dessa trajetória. Mais do que um empreendimento, o Beach Club Rio Poty é um espaço de encontros, saúde, esporte, lazer, gastronomia e momentos especiais”, destacou.

A programação deste sábado é uma oportunidade de celebrar as conquistas alcançadas desde a inauguração e renovar os laços com todos que fazem parte dessa trajetória.

ZPE Maranhão vai a Shenzhen conhecer modelo que inspirou ZPEs brasileiras

A delegação da ZPE Maranhão no porto de Mawan, em Shenzhen

São Luís – A ZPE Maranhão, empresa do Governo do Maranhão que administra a Zona de Processamento de Exportação de Bacabeira, foi a Shenzhen, no sul da China, conhecer de perto a cidade onde nasceu o modelo que inspirou as zonas de processamento de exportação do Brasil.

A delegação, chefiada pela presidente da ZPE Maranhão, Rakel Murad, visitou o porto inteligente de Mawan para conhecer as boas práticas e os procedimentos de quem opera e administra essas zonas há décadas e para conversar com investidores.

Shenzhen foi uma das primeiras zonas econômicas especiais criadas pela China, em 1980: áreas com incentivos fiscais para quem quisesse industrializar, processar e exportar. O presidente José Sarney conheceu o modelo ainda nos anos 1980 e o trouxe para o Brasil, que criou suas zonas de processamento de exportação em 1988.

“Estamos aqui na China, no Porto de Shenzhen, onde nasceu a inspiração para todos os modelos de ZPEs do Brasil. Estamos aqui para aprender com quem já opera esse modelo de sucesso há décadas”, disse a presidente.

Na mesma missão, a ZPE percorreu a Feira de Importação e Exportação da China, a Canton Fair, em Guangzhou, reuniu-se com uma plataforma oficial chinesa de apoio ao investimento no exterior e visitou portos, zonas francas e fábricas na província de Guangdong. Além da presidente, integram a delegação a chefe de gabinete da ZPE, Liana Baker, a engenheira ambiental Larissa Sabadini e a engenheira civil Roniele Aquino.

Porto de Mawan opera equipamentos a distância com rede 5G

Segundo a programação da missão, Mawan foi o primeiro porto inteligente da Grande Baía, região que reúne a província de Guangdong, Hong Kong e Macau, a operar com rede 5G e baixa emissão de carbono. O terminal usa sistema próprio de controle e combina caminhões autônomos com caminhões dirigidos por motoristas.

A delegação conheceu a sala de controle, onde operadores comandam os equipamentos do pátio a distância, em cabines com telas e joysticks, e acompanhou do alto a movimentação de contêineres.

Parceria pode ser via de mão dupla, diz presidente

Rakel Murad lembra que a Shenzhen de hoje reúne tecnologia, inteligência artificial, carros elétricos e energia renovável. “É esse tipo de indústria que queremos atrair: empresas que agregam valor e exportam com energia limpa. E o Maranhão tem muito a oferecer: riquezas naturais, matérias-primas que podem ser processadas no próprio estado e uma localização estratégica para o mundo”, afirmou.

“Viemos aprender, e temos muito a aprender. Mas acreditamos que essa parceria pode ser uma via de mão dupla: a experiência da China e o potencial do Maranhão, construindo juntos novas oportunidades”, disse a presidente.

Fabricante de alumínio procura local para fábrica na América Latina

Em Foshan, cidade vizinha a Guangzhou, a delegação visitou uma fabricante de perfis de alumínio para construção civil, indústria, portas e janelas, que produz mais de 600 mil toneladas por ano. Segundo os organizadores da missão, a empresa procura local para instalar uma fábrica no Brasil ou em outro país da América Latina.

A comitiva percorreu o showroom, que mostra a cadeia do alumínio da bauxita ao perfil extrudado, a linha de produção e o estoque. No mapa da rede de clientes da fabricante, a América do Sul já aparece com cidades atendidas, entre elas São Paulo. É o perfil de investimento que a ZPE procura: indústria que produza no Brasil e exporte a partir do Maranhão.

Integrante da delegação aponta o Brasil no mapa de clientes de uma fabricante de perfis de alumínio, em Foshan (à esquerda), e a linha de produção da fábrica (à direita)

Maranhão reúne energia limpa, porto e localização, diz presidente

Na Canton Fair, que reúne fabricantes chineses e compradores estrangeiros, a delegação conversou com expositores de caminhões e outros veículos, motocicletas elétricas, perfis de alumínio e sistemas de energia renovável e armazenamento. A ZPE se apresentou como porta de entrada para a América Latina a empresas que queiram produzir no Brasil e exportar a partir do Maranhão.

Entre os atrativos apresentados estão a localização, o acesso ao complexo portuário de São Luís, o regime especial de exportação e a oferta de energia renovável. A energia aproxima o Maranhão do powershoring, termo usado para a decisão de levar fábricas para onde há energia limpa e competitiva. Rakel Murad explicou o conceito em um dos pavilhões da feira.

“O mundo vive um momento de reorganização das cadeias produtivas. Vem crescendo um conceito chamado powershoring, que nada mais é do que levar a produção para onde há energia limpa, abundante, renovável, num local estratégico para alcançar o mercado global. O Maranhão possui e reúne todas essas oportunidades”, disse a presidente.

A delegação da ZPE Maranhão com a bandeira do estado na Canton Fair, em Guangzhou. Da esquerda para a direita: Roniele Aquino, Rakel Murad, Liana Baker e Larissa Sabadini

Plataforma oficial chinesa recebe apresentação de Bacabeira

Em Nansha, distrito de Guangzhou, a ZPE apresentou a área de Bacabeira ao “Going Global” Comprehensive Service Center for Chinese Enterprise. A plataforma funciona sob orientação da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, órgão de planejamento econômico do governo chinês, e é mantida pela província de Guangdong, pela cidade de Guangzhou e pelo distrito de Nansha.

O centro acompanha empresas chinesas em todas as etapas de um investimento no exterior, do estudo inicial à operação. Na reunião, a delegação mostrou a localização da ZPE, o acesso ao complexo portuário e a oferta de energia do Maranhão.

A apresentação da ZPE Maranhão em uma das reuniões da missão (à esquerda) e integrantes da delegação à mesa (à direita)

Delegação conhece porto automatizado e zona franca

Também em Nansha, a comitiva visitou o terminal automatizado do porto local, que movimentou 25,4 milhões de TEUs em 2023, segundo a programação da missão. O TEU é a medida-padrão de um contêiner de 20 pés. O terminal opera com guindastes e veículos guiados automaticamente e liga transporte fluvial, marítimo e ferroviário.

Na Zona Franca Integrada de Nansha, a 15 minutos dos berços do porto, a delegação conheceu um centro de distribuição de comércio eletrônico internacional com 110 mil m² e armazém alfandegado, de onde saem pedidos para compradores de vários países. A combinação de indústria, regime aduaneiro especial e porto é a mesma que a ZPE oferece em Bacabeira, perto do complexo portuário de São Luís.

Integrantes da delegação da ZPE Maranhão com anfitriões chineses, com o terminal de contêineres ao fundo


Em Zhongshan, outra cidade de Guangdong, integrantes da delegação visitaram uma fabricante de louças sanitárias e acessórios para banheiro e cozinha fundada em 1992. A empresa tem parque fabril de 200 mil m² e fornece para mais de 150 marcas em mais de 50 países.

Conversa com expositores do setor de energia renovável na Canton Fair (à esquerda) e visita a um armazém de comércio eletrônico internacional em Nansha (à direita)

ZPE já recebeu 12 projetos industriais

A missão procura novos investidores para uma zona que já tem carteira. A ZPE recebeu até agora 12 projetos industriais: quatro aprovados pelo Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação (CZPE), colegiado federal que autoriza os projetos instalados nas ZPEs, um à espera de decisão em Brasília e sete em análise técnica na própria ZPE.

Três dos projetos aprovados passaram pelo CZPE em agosto de 2026 e somam investimento previsto de R$ 23,2 bilhões:

  • siderurgia verde, para produzir ferro-esponja (HBI) com energia renovável: R$ 18,5 bilhões;
  • biorrefinaria de bambu, para etanol de segunda geração e bioprodutos: R$ 2,7 bilhões;
  • hidrogênio verde e e-metanol para exportação: R$ 2 bilhões.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), os três projetos preveem cerca de 10 mil empregos diretos nas obras e cerca de 550 na operação. Dois deles, a siderurgia verde e o hidrogênio verde, dependem de energia renovável, um dos atrativos que a ZPE levou à China.

Os investimentos são das empresas. A ZPE de Bacabeira foi obtida pelo Governo do Maranhão e criada pelo Decreto Federal nº 12.131, de 2024. Nela, as indústrias compram máquinas e insumos com suspensão de tributos e operam em regime cambial e administrativo especial.

Próxima parada tem linha regular para portos brasileiros

Em Shenzhen, a programação inclui ainda o Porto de Yantian, de onde parte uma linha regular para a costa leste da América do Sul, com escalas em Rio Grande, Paranaguá, Itajaí, Santos e Rio de Janeiro, e uma fabricante de robôs humanoides.

As conversas abertas na China são a primeira etapa para atrair novos projetos. Uma empresa que decida produzir em Bacabeira apresenta o projeto à ZPE, que faz a análise técnica e o encaminha ao CZPE, em Brasília. Foi esse o caminho dos quatro projetos já aprovados.

Restaurante Luís XIII aposta em experiências exclusivas à beira-mar

Salão principal do Restaurante Luís XIII

São Luís – O restaurante Luís XIII, localizado na Avenida Litorânea, vive um novo momento. É um espaço que ganhou estrelas nos últimos meses e está apresentando uma proposta que une alta gastronomia, sofisticação e eventos em um cenário privilegiado à beira-mar.

Com um conceito que vai além da experiência gastronômica tradicional, o espaço convida o público a aproveitar diferentes momentos do dia, do almoço ao jantar, em ambientes pensados para valorizar a boa mesa, o conforto e a elegância. Tudo de frente para a paisagem deslumbrante da Baía de São Marcos.

A programação ganha um destaque especial com os eventos ao pôr do sol, realizados no deck, onde a paisagem da orla se transforma em parte da experiência. Os encontros começam no fim da tarde e avançam pela noite, combinando o clima descontraído do sunset com a atmosfera sofisticada do restaurante.

O cardápio mesclando a cozinha contemporânea com toques regionais faz toda a diferança

A proposta, claro, é oferecer um ambiente para reunir amigos, celebrar ocasiões especiais e aproveitar a gastronomia em meio à beleza do litoral da Ilha do Amor.

A experiência começa no almoço executivo, servido a partir das 11h, e segue com happy hour durante a semana. De sexta-feira a domingo, os sunsets ampliam a programação, criando uma opção para quem busca lazer, gastronomia e entretenimento em um só lugar.

Deck do Restaurante Luís XII, onde são realizados eventos em sintonia com o põr do sol e durante a noite

Com estrutura voltada também à realização de eventos, o Luís XIII tem uma propósito que parece ficar cada vez mais evidente: consolidar-se como um endereço para diferentes ocasiões, de encontros informais a celebrações especiais. Aprovado!

Batalha na Praça vai reunir 16 MCs maranhenses em disputa por vaga no Duelo Nacional

Evento vai reunir os melhores Mcs do Maranhão

São Luís – É neste sábado (24) a Batalha na Praça — Edição Estadual Maranhão, evento dedicado à cultura hip-hop e à valorização da produção artística das ruas. A programação começa às 18h, na Praça Benedito Leite, no Centro Histórico, com entrada gratuita.

O principal destaque será a disputa entre 16 MCs maranhenses, que vão se enfrentar em batalhas de rima na busca por uma vaga para representar o estado no Duelo Nacional de MCs, um dos principais eventos do gênero no Brasil. A competição reúne improviso, criatividade e domínio das palavras, dando visibilidade aos talentos da cena local.

Além das batalhas, o público poderá acompanhar apresentações musicais de Marco Gabriel, Gcas, DJ Laranalua e DJ Omar da Ilha. A programação contempla ainda outras expressões da cultura urbana, com graffiti do artista Mainã e apresentação de dança da Família Força Gueto.

Realizada pela Batalha na Praça, iniciativa que atua desde 2015 no fortalecimento da cena Hip-Hop maranhense, a edição estadual também marca o retorno do projeto à Praça Benedito Leite, espaço que faz parte de sua trajetória. A proposta é ocupar novamente o local com arte, música, dança e manifestações da cultura de rua, fortalecendo os vínculos entre artistas e comunidade.

As batalhas de MCs são reconhecidas como espaços de expressão artística, troca de experiências e convivência, além de contribuírem para a circulação da cultura Hip-Hop e o reconhecimento de novos talentos.

Projeto Clube 30+ reúne banda Colt, Luciano Priss e DJs na Base da Lagoa

Evento vai reunir bandas, cantores e DJs na Base da Lagoa

São Luís – O projeto Clube 30+ promete movimentar a cena musical de São Luís com uma programação que reúne diferentes estilos e atrações para animar o público. O evento será realizado nesta seta-feira (23), na Base da Lagoa, na Lagoa da Jansen, a partir das 19h, com shows da banda Colt e do cantor Luciano Priss, além de apresentações dos DJs Glaydson Botelho, Mauro Dejota, Claudinho Polary, Henrique Carvalho, Flávio Pastel e Marinho.

Idealizado pelo produtor cultural Ricardo Fernandes Pororoca, o projeto aposta na combinação de música ao vivo e discotecagem para proporcionar uma experiência de entretenimento marcada pela diversidade musical e pela confraternização.

“A proposta é reunir um público que aprecia boa música e valoriza encontros em ambientes descontraídos, com atrações que prometem manter a animação ao longo da programação”, frisa Ricardo Fernandes Pororoca.

Miraggio Lençóis Residence apresenta Casas Duna com arquitetura contemporânea

Casas Dunas no projeto do Miraggio Lençóis Residence

São Luís – Em meio à paisagem de Barreirinhas, porta de entrada para os Lençóis Maranhenses, o Miraggio Lençóis Residence tem opções diferenciadas para quem quer morar com conforto. Um exemplo são as Casas Duna, unidades de 275 m² que traduzem uma proposta exclusiva e voltada à conexão com a natureza. Os projetos arquitetônicos do Miraggio estão chamando a atenção.

Localizado no bairro Boa Vista, naquele município, o Miraggio Lençóis Residence aposta em uma arquitetura contemporânea, com ambientes integrados e espaços planejados para valorizar a experiência de viver em um dos destinos turísticos mais emblemáticos do país. Trata-se do primeiro condomínio resort residencial de Barreirinhas. O projeto vai ficar pronto em janeiro de 2029. São 34 casas no total.

As Casas Duna foram concebidas para atender a um público que busca mais do que um imóvel: um espaço capaz de reunir privacidade, bem-estar e convivência em um ambiente diferenciado. As residências exploram a integração entre os ambientes, favorecendo a circulação, a amplitude e a funcionalidade.

Tendência do mercado imobiliário de alto padrão

Segundo Eduardo Roberto, sócio-diretor da André Neves Inteligência Imobiliária, a proposta arquitetônica acompanha uma tendência do mercado imobiliário de alto padrão. “E que valoriza projetos com identidade própria, soluções contemporâneas e uma relação mais próxima entre os espaços construídos e a paisagem ao redor”, frisa.

A concepção do Miraggio Lençóis Residence considera as características naturais de Barreirinhas e o potencial de um destino que vem despertando interesse tanto de visitantes quanto de pessoas em busca de uma segunda residência.

“A localização oferece a possibilidade de conciliar períodos de descanso com experiências ligadas à natureza, à cultura e à gastronomia maranhenses. Nesse contexto, o empreendimento se posiciona como uma alternativa para quem deseja estabelecer um vínculo mais próximo com os Lençóis Maranhenses, sem abrir mão de conforto e privacidade”, destaca Pedro Salgueiro, da Granorte Incorporação.

Para Pedro Salgueiro, o projeto parte da valorização das particularidades do lugar e da criação de uma experiência residencial alinhada ao perfil de quem procura exclusividade.

“O Miraggio Lençóis Residence foi pensado para pessoas que valorizam a qualidade de vida, o conforto e a oportunidade de estar em contato com uma paisagem extraordinária. As Casas Duna traduzem essa proposta em uma arquitetura contemporânea, com ambientes integrados e espaços que favorecem a convivência, a privacidade e o bem-estar. Queremos que cada residência seja um lugar para viver experiências especiais e criar memórias em família”, afirma Pedro Salgueiro.

Um endereço conectado ao potencial dos Lençóis Maranhenses

A escolha de Barreirinhas como cenário do empreendimento também dialoga com o potencial turístico e imobiliário da região. Porta de entrada para o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, o município reúne atrativos naturais que movimentam o turismo e ampliam o interesse por imóveis destinados ao lazer e à permanência em diferentes épocas do ano.

A procura por segundas residências em destinos turísticos está associada a diferentes objetivos, como desfrutar de períodos de descanso, reunir familiares e amigos e, conforme as características do imóvel e as condições de mercado, avaliar possibilidades de investimento. Nesse segmento, fatores como localização, qualidade do projeto, privacidade e integração com o entorno são aspectos relevantes na decisão de compra.

“O Miraggio Lençóis Residence busca reunir esses atributos em uma proposta que valoriza a singularidade do endereço”, finaliza Pedro Salgueiro.

Felipe Fernandes: “Prejuízo se tira do juízo”

Felipe Fernandes: “Quando o prejuízo aparece, nem sempre conseguimos enxergá-lo apenas como um número”

Na semana passada, durante uma conversa com um grupo de empresários cearenses, surgiu uma expressão que me chamou a atenção.

Conversávamos sobre negócios, investimentos e os desafios de empreender quando um deles comentou:

“Prejuízo se tira do juízo.”

A expressão me fez pensar nas diferentes maneiras como reagimos a um prejuízo. Há quem procure imediatamente um culpado, transferindo para fornecedores, clientes ou sócios a frustração de uma decisão que não deu certo. Há também quem permita que a perda tome conta dos próprios pensamentos e passe a decidir movido pela raiva, pela pressa ou pelo desejo de recuperar o dinheiro a qualquer custo.

Em ambos os casos, o prejuízo deixa de ser apenas financeiro. Ele começa a comprometer nosso julgamento.

A conversa seguiu, mas aquela frase ficou comigo. Percebi que tirar o prejuízo do juízo não significa ignorar a perda ou deixar de apurar responsabilidades. Significa reconhecer o que aconteceu, aprender com a experiência e impedir que ela comprometa nossa capacidade de tomar as próximas decisões.

Existe uma situação que praticamente todo empresário já enfrentou: perceber que uma decisão não produziu o resultado esperado e, mesmo assim, sentir enorme dificuldade de abandoná-la.

Às vezes é um investimento que perdeu valor, uma obra cujo orçamento deixou de fazer sentido, um negócio que não prosperou ou uma sociedade que já não funciona.

O problema é que, quando o prejuízo aparece, nem sempre conseguimos enxergá-lo apenas como um número.

Junto vêm a frustração, a raiva, o orgulho ferido e aquela sensação de que precisamos fazer algo para recuperar o que perdemos.

E é aí que mora o perigo.

Imagine um empresário que investiu dois milhões em determinado projeto. Fez estudos, contratou profissionais, mobilizou sua equipe.

Em algum momento, percebe que as premissas mudaram. O mercado já não responde, os custos aumentaram, as perspectivas de retorno diminuíram.

Mas aparece uma frase em sua cabeça:

“Depois de tudo o que já investi, não posso desistir agora.”

Talvez possa. Talvez não deva.

A questão é que o dinheiro já investido não deveria ser o principal argumento para decidir o que fazer com o dinheiro que ainda resta.

O dinheiro já gasto não volta simplesmente porque decidimos continuar. Mas nem sempre conseguimos reconhecer essa armadilha.

O investidor que mantém uma ação apenas porque espera que ela volte ao preço pelo qual a comprou.

O empresário que financia uma operação deficitária porque não admite encerrar um projeto que idealizou.

O comerciante que insiste num produto sem mercado porque precisa provar que sua aposta estava certa.

Em todos esses casos, a pessoa deixa de perguntar qual é a melhor decisão agora e passa a perguntar como recuperar aquilo que perdeu.

O passado começa a comandar o futuro.

E prejuízo nenhum deveria ter esse poder.

Perder dinheiro dói, especialmente quando representa anos de trabalho e oportunidades sacrificadas. Mas o que não podemos permitir é que isso comprometa nossa capacidade de pensar.

Existe uma diferença entre recuperar um investimento e recuperar o orgulho.

O primeiro pode ser economicamente justificável. O segundo é uma armadilha.

Persistência e teimosia frequentemente se parecem. As duas exigem disposição de continuar quando as circunstâncias são difíceis. Mas a persistência se sustenta em razões que continuam válidas, enquanto a teimosia se sustenta em razões que deixaram de existir.

Um projeto pode enfrentar problemas e ainda ser excelente. Nem toda dificuldade recomenda retirada. Mas uma boa decisão tomada ontem pode deixar de ser boa amanhã, sem que isso torne quem a tomou incompetente.

A pergunta útil é simples:

Se eu estivesse conhecendo esse negócio hoje, com todas as informações que tenho agora, ainda escolheria investir?

Não é quanto já foi gasto. É se aquela continua sendo a melhor destinação para seus recursos, tempo e energia.

Isso não significa ignorar responsabilidades. Contratos, pessoas e obrigações precisam ser respeitados. Mas cumprir responsabilidades é diferente de continuar cometendo o mesmo erro.

Existe outro risco que poucos reconhecem.

Depois de uma perda, muitas pessoas desenvolvem pressa de recuperar o dinheiro. O investidor aumenta o risco da próxima operação. O empresário aceita um negócio que normalmente recusaria. O objetivo já não é construir um bom resultado.

É apagar a sensação da perda.

E essa urgência é mais perigosa que o prejuízo original, porque não oferece tempo para pensar. A pessoa ferida quer agir rápido, quer compensar. Nesse estado, decisões ruins multiplicam a perda inicial.

Quem perdeu dinheiro não precisa necessariamente de uma oportunidade maior. Precisa, antes de tudo, recuperar a tranquilidade para avaliar a próxima com clareza.

Isso exige disciplina. Separar fatos das emoções. Ouvir opiniões diferentes. Admitir que nem sempre há respostas confortáveis.

Não temos como voltar a uma decisão equivocada. Mas podemos preservar nossa capacidade de avaliar, escolher e decidir bem.

O prejuízo já aconteceu. A próxima decisão ainda não.

E talvez a maturidade de um empresário não esteja em nunca perder dinheiro, mas em não permitir que uma perda comprometa sua capacidade de decidir.

Porque prejuízo se tira do juízo.

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Felipe Fernandes é engenheiro e CEO da RendMais Invest e ESA Empreendimentos

Festa ‘Sortilégio’ vai celebrar Halloween com música e fantasia

São Luís – O Miolo Bar (Avenida Litorânea) recebe, no dia 31 de outubro, a primeira edição de ‘Sortilégio – Uma Noite de Bruxas, Feiticeiros e Outras Assombrações’. Produzida pela Canto Rei Produções, a festa temática propõe uma releitura brasileira do Halloween, reunindo música, fantasia, performances, misticismo e humor em uma noite dedicada ao imaginário popular.

A inspiração vem do antigo Samhain, celebração celta associada ao fim da colheita e à passagem para a estação escura. Segundo a tradição, nesse período a fronteira entre os mundos dos vivos e dos mortos se tornava mais tênue, dando origem a rituais marcados por máscaras e fogueiras. Ao longo dos séculos, referências dessa celebração contribuíram para a formação do Halloween como é conhecido atualmente.

No Sortilégio, a proposta ganha identidade brasileira, com destaque para criaturas e personagens presentes nas lendas e tradições populares. Bruxas, feiticeiros, encantados e visagens substituem os monstros importados em uma celebração que valoriza o imaginário nacional. “De assombrações, temos as nossas, e são bem mais interessantes”, afirma a idealizadora do evento, Karla Castro, poeta e produtora cultural.

Wilson Zara e Dãmaris Thuane estão na programação

A programação musical terá Wilson Zara, em sua interpretação de Raul Seixas, e Dãmaris Thuane, como Rita Lee. Os artistas comandam o palco com uma apresentação especialmente preparada para a ocasião, reunindo rock, irreverência e referências a dois nomes marcantes da música brasileira, conhecidos pela liberdade artística e pela atitude transgressora.

A pista ficará sob o comando do DJ Wagner Heineck, responsável por manter a música antes, durante e depois dos shows. A proposta é oferecer ao público uma experiência que combine diferentes expressões artísticas e uma atmosfera lúdica, explorando o mistério e o humor característicos da noite das bruxas.

Edifício Marcus Barbosa vai sediar a festa ‘Pôr do Samba’

Evento será realizado na cobertura do Marcus Barbosa Intelligent Office

São Luís – O mês de novembro se aproxima e o prédio mais alto da Ilha do Amor segue atraindo todas as atenções. No dia 7 de novembro, a cobertura do Edifício Marcus Barbosa Intelligent Office, na Avenida dos Holandeses, será palco da festa ‘Pôr do Samba’, evento que promete reunir amantes do samba e do pagode em um dos cenários mais privilegiados de São Luís. Com o conceito de “samba e pagode na noite mais alta de São Luís”, a programação terá shows de Argumento, Samba de Reis, Dois é Bom e Dyogenes.

Organizado pela Anderson Mello Promoções, o evento aposta na combinação entre música, diversão e uma vista panorâmica da capital maranhense. A proposta é transformar a cobertura em ponto de encontro para quem deseja curtir esses dois gêneros musicais em um ambiente diferenciado, com atrações que prometem animar o público ao longo da noite. A localização, na Avenida dos Holandeses, também reforça o apelo da festa, que une entretenimento e a experiência de aproveitar a cidade das alturas.

É também na cobertura do edifício que funciona o Miramar Rooftop, restaurante instalado ao lado da área destinada aos eventos. Com vista para a Ilha de São Luís e a Baía de São Marcos, o espaço se consolidou como opção para quem busca gastronomia, música e um ambiente com uma perspectiva privilegiada da cidade. A proximidade entre o restaurante e a área de festas amplia as possibilidades de lazer no complexo, que vem reunindo experiências gastronômicas e musicais em um mesmo endereço.

Os ingressos para o Pôr do Samba estão disponíveis na Bilheteria Digital. A expectativa é que a festa movimente a agenda de entretenimento de novembro, levando o ritmo do pagode para um dos endereços que vêm ganhando destaque na noite ludovicense.

Dra. Michelle Ribeiro: “Da bancada da pesquisa à prática clínica: a escolha da técnica cirúrgica baseada em evidência”

Dra. Michelle Ribeiro atende no Edifício Tech Office, na Ponta d’Areia

A evolução da Implantodontia nas últimas duas décadas nos trouxe um questionamento central: a incisão ampla ainda deve ser a regra em todos os casos?

Minha trajetória acadêmica na Faculdade São Leopoldo Mandic, onde curso Mestrado e Doutorado em Odontologia Digital, tem sido dedicada a responder essa pergunta com base científica. A instituição, com nota 5 na CAPES e maior complexo de pós-graduação em Odontologia do país, me proporcionou acesso a tecnologias de planejamento digital, biomateriais e engenharia tecidual que mudaram minha tomada de decisão clínica.

Em minha prática atual, não abandonei a cirurgia com retalho. Aprendi a indicar corretamente quando ela é necessária e quando pode ser evitada. Essa é a base da cirurgia guiada.

A técnica guiada flapless, ou sem retalho, consiste no planejamento reverso totalmente digital – a partir da tomografia computadorizada cone-beam e do escaneamento intraoral, confeccionamos um guia cirúrgico que direciona a instalação do implante sem a necessidade de incisão e descolamento mucoperiosteal em casos selecionados. Na literatura, essa abordagem tem demonstrado redução significativa de morbidade, sangramento transoperatório, tempo cirúrgico e desconforto pós-operatório, além de maior previsibilidade protética.

Por outro lado, casos que envolvem reconstrução óssea, manejo de tecidos moles e áreas estéticas críticas ainda demandam acesso cirúrgico para melhor visualização e manipulação tecidual. É aí que o planejamento digital se mostra igualmente indispensável, pois mesmo quando realizamos o retalho, o fazemos de forma minimamente invasiva e guiada.

Minha linha de pesquisa, iniciada no Mestrado e agora aprofundada no Doutorado em Implantodontia (DI 8775/26 e DI 9209/26), avalia a eficiência da cirurgia guiada em implantes de diferentes diâmetros e comprimentos, correlacionando com o comportamento de biomateriais substitutos ósseos e o processo de osseointegração. O objetivo é gerar dados clínicos que auxiliem o cirurgião-dentista na escolha entre a abordagem flapless e a abordagem com retalho.

A decisão de ingressar no doutorado imediatamente após o mestrado parte do entendimento de que a Odontologia baseada em evidências é um processo contínuo. O que hoje é considerado inovação, amanhã será protocolo básico. Para o paciente, isso se traduz em tratamentos mais seguros, previsíveis e confortáveis.

A cirurgia guiada não substitui o conhecimento cirúrgico; ela o potencializa.

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Dra. Michelle Ribeiro Silva é cirurgiã-dentista, especialista em Implantodontia, Mestranda e Doutoranda em Odontologia Digital pela Faculdade São Leopoldo Mandic. Desenvolve pesquisas na área de cirurgia guiada, biomateriais e osseointegração.

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QUEM SOU EU

Jornalista profissional formado pela Universidade Federal do Maranhão e que há mais de 20 anos integra o staff do Grupo Mirante, Evandro Júnior é do Imirante.com, titular da coluna Tapete Vermelho, dentro do Caderno PH Revista, e coordenador e colaborador diário e interino da coluna de Pergentino Holanda (PH) no Imirante.com. A proposta é trazer informações sobre generalidades, com um destaque especial para as esferas cultural, empresarial e política.

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