Evandro Junior
21 de outubro de 2026
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Evento vai reunir os melhores Mcs do Maranhão
São Luís – É neste sábado (24) a Batalha na Praça — Edição Estadual Maranhão, evento dedicado à cultura hip-hop e à valorização da produção artística das ruas. A programação começa às 18h, na Praça Benedito Leite, no Centro Histórico, com entrada gratuita.
O principal destaque será a disputa entre 16 MCs maranhenses, que vão se enfrentar em batalhas de rima na busca por uma vaga para representar o estado no Duelo Nacional de MCs, um dos principais eventos do gênero no Brasil. A competição reúne improviso, criatividade e domínio das palavras, dando visibilidade aos talentos da cena local.
Além das batalhas, o público poderá acompanhar apresentações musicais de Marco Gabriel, Gcas, DJ Laranalua e DJ Omar da Ilha. A programação contempla ainda outras expressões da cultura urbana, com graffiti do artista Mainã e apresentação de dança da Família Força Gueto.
Realizada pela Batalha na Praça, iniciativa que atua desde 2015 no fortalecimento da cena Hip-Hop maranhense, a edição estadual também marca o retorno do projeto à Praça Benedito Leite, espaço que faz parte de sua trajetória. A proposta é ocupar novamente o local com arte, música, dança e manifestações da cultura de rua, fortalecendo os vínculos entre artistas e comunidade.
As batalhas de MCs são reconhecidas como espaços de expressão artística, troca de experiências e convivência, além de contribuírem para a circulação da cultura Hip-Hop e o reconhecimento de novos talentos.
Evandro Junior
21 de outubro de 2026
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Evento vai reunir bandas, cantores e DJs na Base da Lagoa
São Luís – O projeto Clube 30+ promete movimentar a cena musical de São Luís com uma programação que reúne diferentes estilos e atrações para animar o público. O evento será realizado nesta seta-feira (23), na Base da Lagoa, na Lagoa da Jansen, a partir das 19h, com shows da banda Colt e do cantor Luciano Priss, além de apresentações dos DJs Glaydson Botelho, Mauro Dejota, Claudinho Polary, Henrique Carvalho, Flávio Pastel e Marinho.
Idealizado pelo produtor cultural Ricardo Fernandes Pororoca, o projeto aposta na combinação de música ao vivo e discotecagem para proporcionar uma experiência de entretenimento marcada pela diversidade musical e pela confraternização.
“A proposta é reunir um público que aprecia boa música e valoriza encontros em ambientes descontraídos, com atrações que prometem manter a animação ao longo da programação”, frisa Ricardo Fernandes Pororoca.
Evandro Junior
21 de outubro de 2026
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Casas Dunas no projeto do Miraggio Lençóis Residence
São Luís – Em meio à paisagem de Barreirinhas, porta de entrada para os Lençóis Maranhenses, o Miraggio Lençóis Residence tem opções diferenciadas para quem quer morar com conforto. Um exemplo são as Casas Duna, unidades de 275 m² que traduzem uma proposta exclusiva e voltada à conexão com a natureza. Os projetos arquitetônicos do Miraggio estão chamando a atenção.
Localizado no bairro Boa Vista, naquele município, o Miraggio Lençóis Residence aposta em uma arquitetura contemporânea, com ambientes integrados e espaços planejados para valorizar a experiência de viver em um dos destinos turísticos mais emblemáticos do país. Trata-se do primeiro condomínio resort residencial de Barreirinhas. O projeto vai ficar pronto em janeiro de 2029. São 34 casas no total.
As Casas Duna foram concebidas para atender a um público que busca mais do que um imóvel: um espaço capaz de reunir privacidade, bem-estar e convivência em um ambiente diferenciado. As residências exploram a integração entre os ambientes, favorecendo a circulação, a amplitude e a funcionalidade.
Tendência do mercado imobiliário de alto padrão
Segundo Eduardo Roberto, sócio-diretor da André Neves Inteligência Imobiliária, a proposta arquitetônica acompanha uma tendência do mercado imobiliário de alto padrão. “E que valoriza projetos com identidade própria, soluções contemporâneas e uma relação mais próxima entre os espaços construídos e a paisagem ao redor”, frisa.
A concepção do Miraggio Lençóis Residence considera as características naturais de Barreirinhas e o potencial de um destino que vem despertando interesse tanto de visitantes quanto de pessoas em busca de uma segunda residência.
“A localização oferece a possibilidade de conciliar períodos de descanso com experiências ligadas à natureza, à cultura e à gastronomia maranhenses. Nesse contexto, o empreendimento se posiciona como uma alternativa para quem deseja estabelecer um vínculo mais próximo com os Lençóis Maranhenses, sem abrir mão de conforto e privacidade”, destaca Pedro Salgueiro, da Granorte Incorporação.
Para Pedro Salgueiro, o projeto parte da valorização das particularidades do lugar e da criação de uma experiência residencial alinhada ao perfil de quem procura exclusividade.
“O Miraggio Lençóis Residence foi pensado para pessoas que valorizam a qualidade de vida, o conforto e a oportunidade de estar em contato com uma paisagem extraordinária. As Casas Duna traduzem essa proposta em uma arquitetura contemporânea, com ambientes integrados e espaços que favorecem a convivência, a privacidade e o bem-estar. Queremos que cada residência seja um lugar para viver experiências especiais e criar memórias em família”, afirma Pedro Salgueiro.
Um endereço conectado ao potencial dos Lençóis Maranhenses
A escolha de Barreirinhas como cenário do empreendimento também dialoga com o potencial turístico e imobiliário da região. Porta de entrada para o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, o município reúne atrativos naturais que movimentam o turismo e ampliam o interesse por imóveis destinados ao lazer e à permanência em diferentes épocas do ano.
A procura por segundas residências em destinos turísticos está associada a diferentes objetivos, como desfrutar de períodos de descanso, reunir familiares e amigos e, conforme as características do imóvel e as condições de mercado, avaliar possibilidades de investimento. Nesse segmento, fatores como localização, qualidade do projeto, privacidade e integração com o entorno são aspectos relevantes na decisão de compra.
“O Miraggio Lençóis Residence busca reunir esses atributos em uma proposta que valoriza a singularidade do endereço”, finaliza Pedro Salgueiro.
Evandro Junior
21 de outubro de 2026
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Felipe Fernandes: “Quando o prejuízo aparece, nem sempre conseguimos enxergá-lo apenas como um número”
Na semana passada, durante uma conversa com um grupo de empresários cearenses, surgiu uma expressão que me chamou a atenção.
Conversávamos sobre negócios, investimentos e os desafios de empreender quando um deles comentou:
“Prejuízo se tira do juízo.”
A expressão me fez pensar nas diferentes maneiras como reagimos a um prejuízo. Há quem procure imediatamente um culpado, transferindo para fornecedores, clientes ou sócios a frustração de uma decisão que não deu certo. Há também quem permita que a perda tome conta dos próprios pensamentos e passe a decidir movido pela raiva, pela pressa ou pelo desejo de recuperar o dinheiro a qualquer custo.
Em ambos os casos, o prejuízo deixa de ser apenas financeiro. Ele começa a comprometer nosso julgamento.
A conversa seguiu, mas aquela frase ficou comigo. Percebi que tirar o prejuízo do juízo não significa ignorar a perda ou deixar de apurar responsabilidades. Significa reconhecer o que aconteceu, aprender com a experiência e impedir que ela comprometa nossa capacidade de tomar as próximas decisões.
Existe uma situação que praticamente todo empresário já enfrentou: perceber que uma decisão não produziu o resultado esperado e, mesmo assim, sentir enorme dificuldade de abandoná-la.
Às vezes é um investimento que perdeu valor, uma obra cujo orçamento deixou de fazer sentido, um negócio que não prosperou ou uma sociedade que já não funciona.
O problema é que, quando o prejuízo aparece, nem sempre conseguimos enxergá-lo apenas como um número.
Junto vêm a frustração, a raiva, o orgulho ferido e aquela sensação de que precisamos fazer algo para recuperar o que perdemos.
E é aí que mora o perigo.
Imagine um empresário que investiu dois milhões em determinado projeto. Fez estudos, contratou profissionais, mobilizou sua equipe.
Em algum momento, percebe que as premissas mudaram. O mercado já não responde, os custos aumentaram, as perspectivas de retorno diminuíram.
Mas aparece uma frase em sua cabeça:
“Depois de tudo o que já investi, não posso desistir agora.”
Talvez possa. Talvez não deva.
A questão é que o dinheiro já investido não deveria ser o principal argumento para decidir o que fazer com o dinheiro que ainda resta.
O dinheiro já gasto não volta simplesmente porque decidimos continuar. Mas nem sempre conseguimos reconhecer essa armadilha.
O investidor que mantém uma ação apenas porque espera que ela volte ao preço pelo qual a comprou.
O empresário que financia uma operação deficitária porque não admite encerrar um projeto que idealizou.
O comerciante que insiste num produto sem mercado porque precisa provar que sua aposta estava certa.
Em todos esses casos, a pessoa deixa de perguntar qual é a melhor decisão agora e passa a perguntar como recuperar aquilo que perdeu.
O passado começa a comandar o futuro.
E prejuízo nenhum deveria ter esse poder.
Perder dinheiro dói, especialmente quando representa anos de trabalho e oportunidades sacrificadas. Mas o que não podemos permitir é que isso comprometa nossa capacidade de pensar.
Existe uma diferença entre recuperar um investimento e recuperar o orgulho.
O primeiro pode ser economicamente justificável. O segundo é uma armadilha.
Persistência e teimosia frequentemente se parecem. As duas exigem disposição de continuar quando as circunstâncias são difíceis. Mas a persistência se sustenta em razões que continuam válidas, enquanto a teimosia se sustenta em razões que deixaram de existir.
Um projeto pode enfrentar problemas e ainda ser excelente. Nem toda dificuldade recomenda retirada. Mas uma boa decisão tomada ontem pode deixar de ser boa amanhã, sem que isso torne quem a tomou incompetente.
A pergunta útil é simples:
Se eu estivesse conhecendo esse negócio hoje, com todas as informações que tenho agora, ainda escolheria investir?
Não é quanto já foi gasto. É se aquela continua sendo a melhor destinação para seus recursos, tempo e energia.
Isso não significa ignorar responsabilidades. Contratos, pessoas e obrigações precisam ser respeitados. Mas cumprir responsabilidades é diferente de continuar cometendo o mesmo erro.
Existe outro risco que poucos reconhecem.
Depois de uma perda, muitas pessoas desenvolvem pressa de recuperar o dinheiro. O investidor aumenta o risco da próxima operação. O empresário aceita um negócio que normalmente recusaria. O objetivo já não é construir um bom resultado.
É apagar a sensação da perda.
E essa urgência é mais perigosa que o prejuízo original, porque não oferece tempo para pensar. A pessoa ferida quer agir rápido, quer compensar. Nesse estado, decisões ruins multiplicam a perda inicial.
Quem perdeu dinheiro não precisa necessariamente de uma oportunidade maior. Precisa, antes de tudo, recuperar a tranquilidade para avaliar a próxima com clareza.
Isso exige disciplina. Separar fatos das emoções. Ouvir opiniões diferentes. Admitir que nem sempre há respostas confortáveis.
Não temos como voltar a uma decisão equivocada. Mas podemos preservar nossa capacidade de avaliar, escolher e decidir bem.
O prejuízo já aconteceu. A próxima decisão ainda não.
E talvez a maturidade de um empresário não esteja em nunca perder dinheiro, mas em não permitir que uma perda comprometa sua capacidade de decidir.
Porque prejuízo se tira do juízo.
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Felipe Fernandes é engenheiro e CEO da RendMais Invest e ESA Empreendimentos
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QUEM SOU EU
Jornalista profissional formado pela Universidade Federal do Maranhão e que há mais de 20 anos integra o staff do Grupo Mirante, Evandro Júnior é do Imirante.com, titular da coluna Tapete Vermelho, dentro do Caderno PH Revista, e coordenador e colaborador diário e interino da coluna de Pergentino Holanda (PH) no Imirante.com. A proposta é trazer informações sobre generalidades, com um destaque especial para as esferas cultural, empresarial e política.