Camarote Lençóis promete sete dias de experiências exclusivas na Vaquejada de Barreirinhas

Camarote Lençóis, espaço que se consolidou como um dos principais pontos de encontro da Vaquejada

São Luís – Entre os dias 20 e 26 de julho, Barreirinhas recebe mais uma edição do Camarote Lençóis, espaço que se consolidou como um dos principais pontos de encontro da Vaquejada. Unindo estrutura premium, grandes atrações e uma experiência diferenciada, o camarote chega para proporcionar sete dias de entretenimento, conforto e muita música.

Com uma programação que reúne alguns dos maiores nomes da música nacional, o público poderá acompanhar de perto shows de Rey Vaqueiro, Tarcísio do Acordeon, Júnior Viana, Pablo, Márcia Fellipe,Samyra Show entre outras atrações que fazem parte da programação oficial da vaquejada.

Mais do que um espaço para assistir aos shows, o Camarote Lençóis oferece uma experiência completa. O ambiente conta com visão privilegiada para o palco, bares, serviços exclusivos, segurança, conforto e uma atmosfera que reúne quem busca viver a festa em um ambiente diferenciado.

Nesta edição, a expectativa é receber milhares de pessoas ao longo dos sete dias de evento, reforçando o Camarote Lençóis como um dos espaços mais disputados da temporada no Maranhão.

Mais do que um espaço para assistir aos shows, o Camarote Lençóis oferece uma experiência completa

Os ingressos seguem disponíveis em Meu Bilhete enquanto houver disponibilidade de lote. Para acompanhar todas as novidades, atrações e informações sobre o evento, basta acessar o perfil oficial do @camarotelencois nas redes sociais.

Almir de Deus é a grande atração da Seresta Prime neste domingo em São Luís

Almir de Deus se apresenta na Seresta Prime neste domingo

São Luís – Os amantes da seresta têm encontro marcado neste domingo (19), a partir das 15h, em mais uma edição da Seresta Prime, na Associação da Sucam, no bairro Turu. O destaque da programação será o cantor Almir de Deus, conhecido como o mestre do bolero, que promete embalar o público com sucessos que atravessam gerações.

Além da apresentação de Almir de Deus, o evento reúne um time de artistas que já conquistou o público maranhense. Sobem ao palco a Banda Seresta Prime, Fabiana Alves, Pallace Show e Eduardo Ébano, em uma programação marcada por romantismo, nostalgia e muita música de qualidade.

A Seresta Prime se consolidou como um dos principais encontros dos apaixonados pelo gênero em São Luís, reunindo famílias e amigos em tardes de confraternização ao som de clássicos da música romântica. A expectativa é de mais uma grande edição, celebrando o bolero, a seresta e a música popular brasileira em um ambiente de muita animação.

Cristiano Sardinha: ‘Geração Coca-Cola’

A banda de rock nacional “Legião Urbana” lançou em 1985 seu disco de estreia, trazendo a música “Geração Coca-Cola”

A década de 1980 foi marcada por cores vibrantes, roupas chamativas e penteados volumosos que coroavam a cabeça de jovens cheios de sonhos e expectativas para o novo século, que prometia uma vida cercada de tecnologias e possibilidades. A literatura, a música, o cinema e os jogos eletrônicos, influenciados pela cultura norte-americana, moldaram o comportamento e a forma de enxergar o mundo.

Há quem a considere a “década perdida” devido à hiperinflação e à estagnação econômica que afetaram o Brasil e outros países da América Latina. Aqueles que viveram essa época ainda carregam o trauma de encontrar um produto nas prateleiras do supermercado com um preço pela manhã e outro dez vezes maior à tarde. Tudo parecia incerto, e o poder econômico da população oscilava ao sabor do vento.

Os empréstimos internacionais que financiaram as contas brasileiras foram impactados pela elevação estratosférica das taxas de juros, tornando a dívida impagável. A louca inflação inspirou a criação de planos econômicos mirabolantes, que os jornalistas tentavam explicar nos telejornais, enquanto a população, para manter a sanidade mental, fingia entender. Essa crise econômica foi somente aplacada com a implementação do Plano Real em 1994, quando experimentamos a passageira sensação de ter a nossa moeda equiparada ao dólar.

Os anos 1980 também marcaram o fim do obscuro período da ditadura militar, abrindo espaço para a redemocratização do país. Alguns alegam que a Constituição Federal promulgada em 1988 já apanhou tanto que está cambaleando mais que bêbado de final da festa. Fato é que os direitos fundamentais previstos em nossa Lei Maior formam o escudo que nos protege dos arroubos de autoritarismo e populismo entranhados nas veias da nossa política.

A banda de rock nacional “Legião Urbana” lançou em 1985 seu disco de estreia, trazendo a música “Geração Coca-Cola”. Os versos dessa canção ainda fazem sucesso, possuindo um tom profético:

“Somos os filhos da revolução
Somos burgueses sem religião
Somos o futuro da nação
Geração Coca-Cola

Depois de vinte anos na escola
Não é difí­cil aprender
Todas as manhas do seu jogo sujo
Não é assim que tem que ser

Vamos fazer nosso dever de casa
E aí­ então, vocês vão ver
Suas crianças derrubando reis
Fazer comédia no cinema com as suas leis”

Contrariando as previsões mais comuns da década de 80, os carros voadores ainda não cruzaram os céus de grandes metrópoles iluminadas por placas de luz neon. De toda maneira, essa permanece sendo uma época de inegável personalidade, que continua nos influenciando após quarenta anos. Para os mais nostálgicos, deixou uma saudade sem fim.

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Cristiano Sardinha é escritor, professor e tabelião

São Luís abre a turnê Nordeste de ‘O Céu da Língua’

‘O Céu da Língua’ inicia sua turnê pelo Nordeste com três apresentações em São Luís

São Luís – Após conquistar mais de 300 mil espectadores e acumular importantes prêmios e indicações no teatro brasileiro, o espetáculo O Céu da Língua inicia sua turnê pelo Nordeste com três apresentações em São Luís, de 16 a 18 de julho, no Teatro Arthur Azevedo. A capital maranhense será a primeira parada da circulação que passará por todos os estados da região entre julho e agosto. Na cidade, a produção é da Tablado Produções em parceria com a Padrok Produções.

O espetáculo reúne importantes reconhecimentos: Gregorio Duvivier conquistou o Prêmio Bibi Ferreira 2025 na categoria Melhor Ator em Peça de Teatro, tendo sido indicado nas categorias de Melhor Peça de Teatro, Melhor Direção de Peça de Teatro e Desenho de Luz em Peça de Teatro. No Prêmio do Humor RJ 2026 foi vencedor nas categorias Texto e Espetáculo, além de ter sido indicado nas categorias de Direção e Performance. O espetáculo ainda recebeu indicação ao 36º Prêmio Shell de Teatro na categoria Iluminação e está concorrendo ao 20º Prêmio APTR de Teatro, nas categorias Dramaturgia, Ator, Espetáculo, Produção de Teatro e Iluminação.

Quem tem medo de poesia? Gregorio Duvivier não faz parte deste grupo e, como um apaixonado, faz de tudo para persuadir os outros das qualidades do seu objeto de encanto – até mesmo criar um espetáculo sobre o assunto. No monólogo cômico “O Céu da Língua”, o artista usa o seu discurso sedutor para convencer o público de que tropeçamos diariamente na poesia e o assunto é prazeroso e divertido.

“A poesia é uma fonte de humor involuntário, motivo de chacota”, reconhece o ator, que cursou a faculdade de Letras na PUC do Rio de Janeiro e publicou três livros sobre o gênero literário. “Escrevi uma peça que pode ajudar alguém a enxergar melhor o que os poetas querem dizer e, para isso, a gente precisa trocar os óculos de leitura”.

A direção é da atriz Luciana Paes, que também divide a dramaturgia do espetáculo com Gregorio. No palco, com cenografia de Dina Salem Levy, figurino de Elisa Faulhaber e Brunella Provvidente e luz de Ana Luzia de Simoni, o instrumentista Pedro Aune cria ambientação musical com o seu contrabaixo, e a designer Theodora Duvivier manipula as projeções exibidas ao fundo da cena. O resto é só o comediante e sua lábia desafiadora:

“Acredito que o Gregorio tem ideias para jogar no mundo e, com essa crença, a coisa me move independentemente de qualquer rótulo”, diz Luciana, uma das fundadoras da celebrada Cia. Hiato, que estreia na função de diretora teatral.

“O Céu da Língua” não é um recital e tampouco o artista declamará Castro Alves, Fernando Pessoa ou Carlos Drummond de Andrade. Por outro lado, garante Luciana, a dramaturgia não deixa de ser poética neste “stand-up comedy pegadinha”, como ela bem define.

“O Gregorio simpático e engraçado está no palco ao lado do Gregorio intelectual com seu fluxo de pensamento ininterrupto e imagino que, por isso, a plateia deve embarcar na proposta”, aposta a diretora. “Ele, graças aos seus recursos de ator, pega o público distraído e ninguém resiste quando é surpreendido por alguém apaixonado.”

Toda linguagem é um acordo e, se você entende, tudo bem. Gregorio, desde a infância, carrega uma obsessão pela palavra, pela comunicação verbal, pela língua portuguesa. Assim o protagonista, por exemplo, brinca com códigos, como aqueles que, em sua maioria, só são decifrados por pais e filhos ou casais enamorados.

As reformas ortográficas que tiram letras de circulação e derrubam acentos capazes de alterar o sentido das palavras inspiram o artista em tiradas bem-humoradas. O mesmo acontece quando ele comenta a ressurreição de palavras esquecidas, como “irado”, “sinistro” e “brutal”, que voltaram ressignificadas ao vocabulário dos jovens. E aquelas que só de ouvi-las geram sensações estranhas, a exemplo de afta, íngua, seborreia, ou outras, inventadas, repetidas à exaustão, como “atravessamento”, “namorido” ou “almojanta”? Até destas Gregorio extrai humor.

Para o artista, a língua é algo que nos une, nos move, mas raramente damos atenção a ela. É só pensar nas metáforas usadas no cotidiano – “batata da perna”, “céu da boca”, “pisando em ovos”. Nesta hora, usamos a poesia e nem percebemos.
Nesta cumplicidade com a plateia, Gregorio mostra gradativamente que a poesia não tem nada de hermética e, claro, homenageia Portugal, o país que emprestou ao Brasil a sua língua para que todos se comunicassem. Além de Fernando Pessoa, o ator evoca o poeta Eugênio de Andrade e lembra de que a origem de “O Céu da Língua” está relacionada ao espetáculo “Um Português e Um Brasileiro Entram no Bar”. O divertido intercâmbio linguístico colocou no mesmo palco Gregorio e o humorista luso Ricardo Araújo Pereira em improvisações sobre o idioma que os une.

Na turnê pelo Nordeste, o público também poderá adquirir itens exclusivos da lojinha oficial do espetáculo diretamente no link de vendas dos ingressos pela sympla ou diretamente no teatro antes e depois de cada sessão. Entre os produtos disponíveis estão o livreto O Céu da Língua, o livro Aos Pés da Letra (Editora Companhia das Letras), ecobag, camisetas nas cores off white e preta, em diferentes tamanhos, versões do Caderno Azul (com e sem pauta) com acabamento em verniz ou dourado acompanhados de lápis.

De 16 de julho a 8 de agosto o espetáculo O Céu da Língua embarca em uma turnê pelo Nordeste, passando pelas cidades de São Luís (MA), Teresina (PI), Fortaleza (CE), Natal (RN), Recife (PE), João Pessoa (PB), Campina Grande (PB), Maceió (AL), Aracaju (SE) e Salvador (BA).

Faene abre inscrições para pós-graduações voltadas às demandas do mercado

Faene tem cursos de pós-graduações em sintonia com o mercado de trabalho

São Luís – Antes do início do segundo semestre letivo, a Faculdade de Negócios Faene, localizada no bairro Angelim, reforça seu compromisso com a formação de profissionais preparados para os desafios do mercado ao abrir inscrições para sua nova turma de cursos de pós-graduação. As especializações foram desenvolvidas para atender às demandas de diferentes segmentos da economia, unindo conhecimento técnico, visão estratégica e uma metodologia voltada à aplicação prática dos conteúdos.

O portfólio contempla cursos nas áreas de Pessoas e Psicologia Organizacional, Gastronomia, Hotelaria e Eventos, Gestão Logística e Engenharia Portuária, Gestão da Manutenção e Produção, Gestão Empresarial e Inteligência de Mercado, Finanças e Controladoria, Projetos e Qualidade e Direito do Trabalho e Previdenciário. As formações são destinadas a profissionais que desejam se atualizar, ampliar competências e conquistar novas oportunidades de crescimento na carreira.

Segundo o diretor de Negócios da Faene, Ricardo Carreira, a proposta da instituição é oferecer uma formação conectada às necessidades reais das empresas e às transformações do mundo do trabalho. “Nossos cursos de pós-graduação foram estruturados para desenvolver competências técnicas e gerenciais que o mercado exige atualmente. Trabalhamos com um corpo docente formado por profissionais experientes e atuantes, proporcionando aos alunos uma formação prática, estratégica e alinhada às tendências de cada área”, destaca.

Ricardo Carreira ressalta que a especialização tem se tornado um diferencial competitivo para profissionais que buscam ascensão na carreira ou desejam ingressar em novas áreas de atuação. “Hoje, o mercado valoriza profissionais que investem continuamente em qualificação. A pós-graduação amplia a capacidade de tomada de decisão, fortalece a visão de negócios e prepara o aluno para assumir posições de liderança, além de ampliar sua empregabilidade”, afirma.

Beira Dumar recebe covers de Cazuza e Rita Lee neste sábado

Artistas covers de Cazuza e Rita Lee se apresentarão no Beira Dumar

São Luís – A nostalgia e o rock nacional prometem tomar conta da casa de eventos Beira Dumar, na Avenida Beira Mar, no próximo dia 18 de julho, a partir das 20h, com a realização da festa Duelo de Gigantes. Capitaneado pelos DJs Claudinho Polary e Glaydson Botelho, o evento presta uma homenagem a dois dos maiores nomes da música brasileira: Cazuza e Rita Lee, reunindo fãs de diferentes gerações em uma noite dedicada aos grandes clássicos que marcaram época.

O destaque da programação será a apresentação dos artistas covers Valério Araújo, interpretando Cazuza, e Miriam Ruperti, que dará vida ao irreverente repertório de Rita Lee. Os dois prometem transportar o público para diferentes momentos da história do rock nacional, recriando performances marcantes e mantendo viva a essência de artistas que revolucionaram a música brasileira.

O repertório reúne sucessos inesquecíveis, como “Exagerado”, “Onde Você Mora?”, “Mania de Você” e “Lança Perfume”, além de outros hits que atravessaram décadas e permanecem presentes nas playlists dos admiradores da música brasileira. Entre uma apresentação e outra, os DJs Claudinho Polary e Glaydson Botelho comandam a pista com uma seleção especial de clássicos do rock e do pop nacional, mantendo o clima de celebração durante toda a noite.

“Mais do que um show, o Duelo de Gigantes foi pensado como uma experiência musical que une performance, memória afetiva e entretenimento”, diz Claudinho Polary.

A proposta é reviver a força das composições de Cazuza, com sua poesia intensa e contestadora, e a irreverência de Rita Lee, considerada a rainha do rock brasileiro, em um espetáculo que promete emocionar e colocar o público para cantar do início ao fim”, complementa Glaydson Botelho.

A expectativa da organização é reunir amantes da boa música em um ambiente descontraído, celebrando o legado de dois artistas que influenciaram gerações e continuam inspirando novos músicos.

Judocas do projeto social Farol dos Campeões se destacam nos Jel’s 2026

Sensei Witaçuci Bezerra, do projeto social mantido pelo TUP Porto São Luís, celebrando as conquistas com as judocas do time

São Luís – A cerimônia oficial de premiação das escolas participantes dos Jogos Escolares Ludovicenses (JEL’s 2026) foi realizada no Residencial Recepções em São Luís.

Promovido pela Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Desporto e Lazer (SEMDEL), em parceria com a Federação Maranhense do Desporto Escolar (FEMADE), o evento reuniu no último dia 30 de junho, atletas, professores, gestores e representantes das instituições de ensino que conquistaram as primeiras colocações nas diversas categorias e modalidades da competição.

Durante a solenidade, foram homenageados alunos-atletas e escolas que alcançaram o 1º, 2º e 3º lugares em modalidades coletivas e individuais, como futsal, voleibol, handebol, judô e atletismo. E foram entregues troféus às escolas campeãs gerais.

Além do reconhecimento pelos resultados obtidos, os estudantes e instituições premiadas garantiram classificação para as etapas regionais dos jogos escolares, representando São Luís nas próximas fases da competição.

Projeto social de judô mantido pelo TUP Porto São Luís em destaque

Um dos grandes destaques da premiação foi o projeto social “Farol dos Campeões”, desenvolvido e mantido pelo TUP Porto São Luís. Diversas judocas que subiram ao pódio e contribuíram para os resultados de suas escolas são integrantes da iniciativa, que utiliza o esporte como ferramenta de inclusão social, formação cidadã e desenvolvimento de talentos.

Entre os resultados conquistados pelos atletas do projeto, a UEB Gomes de Sousa sagrou-se campeã no judô na categoria infantil feminina e garantiu ainda a terceira colocação na categoria infanto feminina. Já o IEMA do Campo conquistou o terceiro lugar no judô, na categoria infantojuvenil masculina.

O desempenho dos judocas reforça a importância do projeto “Farol dos Campeões”, que vem transformando a realidade de crianças e adolescentes por meio do esporte e contribuindo para o fortalecimento do judô escolar em São Luís.

Segundo a gerente administrativa do TUP Porto São Luís, Lívia Cândice, em apenas três anos e meio, o projeto Farol dos Campeões já conquistou resultados importantes em competições locais e nacionais de judô. Mais do que medalhas, o projeto promove mudanças significativas na vida dos atletas.

Por meio da prática esportiva, os judocas desenvolvem disciplina, autoestima e valores essenciais para sua formação, além de conquistarem novas oportunidades e ampliarem suas perspectivas de futuro.

Filarmônica de Minas Gerais realiza intercâmbio com São Luís

Com foco na formação artística, no aperfeiçoamento técnico e na valorização da cultura musical, o Intercâmbio Cultural Petrobras reúne oito oficinas voltadas a músicos, estudantes, educadores e integrantes da comunidade artística

São Luís – A Filarmônica de Minas Gerais, uma das orquestras mais importantes do País, chega a São Luís (MA) para um intercâmbio com os músicos e a comunidade artística da cidade por meio de oficinas gratuitas; que serão realizadas no auditório da Escola de Música do Estado do Maranhão, na Praia Grande, nos dias 22 e 23 de julho.

Já no dia 24 de julho, às 19h30, a Filarmônica apresenta concerto gratuito no recém-reinaugurado Teatro Arthur Azevedo, com regência do maestro associado da Orquestra, José Soares.

Este projeto é apresentado pelo Ministério da Cultura e Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Patrocínio Máster: Petrobras Apoio: Escola de Música do Estado do Maranhão e Programa Amigos da Filarmônica. Realização: Instituto Cultural Filarmônica, Funarte 50 anos e Ministério da Cultura.

Inscrições gratuitas para Oficinas já abertas

Com foco na formação artística, no aperfeiçoamento técnico e na valorização da cultura musical, o Intercâmbio Cultural Petrobras reúne oito oficinas voltadas a músicos, estudantes, educadores e integrantes da comunidade artística de São Luís. As atividades propõem vivências práticas e conteúdos pedagógicos capazes de fortalecer a cena cultural local, promovendo intercâmbio de conhecimentos entre profissionais convidados e participantes de diferentes níveis de experiência.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site da Filarmônica de Minas Gerais, no link: https://filarmonica.art.br/intercambio-cultural-sao-luis-2026/.

Para o maestro José Soares, “a Filarmônica de Minas Gerais chega a São Luís com a alegria de ampliar e promover a música sinfônica. Ao levar sua produção artística a novos públicos, a iniciativa também fortalece o intercâmbio cultural e a troca de experiências entre artistas, instituições e comunidades, reafirmando o compromisso da Orquestra com a difusão da música de concerto e a valorização da diversidade cultural brasileira”.

Felipe Fernandes: “Você sabe quais são os seus porquês?”

Felipe Fernandes: “As pessoas não são ensinadas a lidar com dinheiro”

Pouca gente que me conhece hoje sabe que, durante a faculdade, trabalhei como garçom em festas. Também fui professor de cursinho e cheguei a carregar e montar equipamentos de eventos. Meu primeiro emprego com carteira assinada foi como gerente de fazenda, em Balsas. Depois veio a construção civil. Vieram as empresas, os erros, os acertos e tudo o que fui aprendendo pelo caminho.

Nunca existiu um plano capaz de prever essa trajetória. Mas, olhando para trás, percebo que uma pergunta esteve presente em quase todas as mudanças importantes da minha vida.

Por quê?

Essa talvez seja uma das perguntas mais importantes que alguém pode fazer a si mesmo. Porque ninguém sustenta uma caminhada longa sem um motivo forte o suficiente para continuar quando fica difícil. E sempre fica difícil.

Passei anos observando uma coisa que me incomoda. As pessoas não são ensinadas a lidar com dinheiro. Não na escola, não em casa, não em lugar nenhum. Aprendem a trabalhar, aprendem a ganhar e depois ficam sozinhas diante da parte mais difícil: o que fazer com o que ganharam.

E aí acontece o que sempre acontece. Gente que trabalhou a vida inteira perde o que juntou em uma decisão ruim. Gente boa confunde investimento com aposta. Gente que poderia estar construindo patrimônio passa décadas apenas passando pelo dinheiro, sem que ele fique.

Não é falta de inteligência. Muitas vezes, é falta de acesso ao conhecimento que sempre pareceu reservado a poucos. Investir virou um assunto cercado por uma linguagem que afasta justamente quem mais precisaria compreendê-lo.

Foi desse incômodo que nasceu a RendMais Investimentos.

A construção civil foi uma das grandes escolas da minha vida. Nela aprendi a empreender, administrar, investir, assumir riscos e, acima de tudo, cuidar de pessoas. Por trás de qualquer empresa existem trabalhadores, famílias, clientes, fornecedores e parceiros. Aprendi que nenhum negócio se constrói sozinho e que nenhum projeto faz sentido se não melhorar, de alguma maneira, a vida de alguém.

Meu porquê de hoje é usar tudo aquilo que aprendi ao longo desse caminho para ajudar mais pessoas a cuidar melhor do próprio dinheiro, investir com mais consciência e construir patrimônio para si e para suas famílias.

Mas foi esse porquê que também me obrigou a fazer uma coisa que eu não queria fazer.

Porque um porquê forte tem uma característica desconfortável: ele não pede permissão. Quando é de verdade, exige que você mude. Que aprenda o que não sabe. Que abandone o conforto daquilo que já domina. Que se torne alguém que ainda não é.

Para a ideia chegar a mais pessoas, eu também precisaria chegar a mais pessoas.

Depois de uma vida inteira trabalhando nos bastidores, eu teria que aprender a aparecer. Escrever. Gravar. Ensinar. Comunicar melhor aquilo que passei anos aprendendo a fazer. E me expor ao julgamento de quem não me conhece.

Não fui para a internet porque queria ser conhecido. Fui porque, em algum momento, comecei a sentir que precisava retribuir parte de tudo aquilo que Deus me deu.

Tive oportunidades. Conheci pessoas extraordinárias. Empreendi, administrei, investi, errei muito, acertei algumas vezes e aprendi ao longo do caminho. E comecei a me fazer uma pergunta:

O que devo fazer com tudo aquilo que aprendi?

A resposta que encontrei foi simples:

Eu tenho que fazer o bem com aquilo que sei fazer bem.

E aquilo que aprendi a fazer foi transformar trabalho em empresas, empresas em patrimônio e conhecimento em decisões. Se parte dessa experiência puder ajudar alguém a compreender melhor o dinheiro, investir com mais consciência e construir um futuro mais seguro para sua família, então compartilhá-la passou a fazer sentido para mim.

Foi aí que entendi por que precisava sair dos bastidores.

Aparecer não é o meu porquê. É uma das coisas que o meu porquê passou a exigir de mim.

Esse é o teste de um porquê. Não apenas o que ele nos faz começar, mas o que estamos dispostos a atravessar por causa dele.

Um motivo fraco nos move enquanto é fácil. Um motivo forte nos move justamente quando não é — quando exige aprender de novo, quando nos obriga a sair do lugar onde já éramos bons, quando cobra um preço que preferiríamos não pagar.

Os porquês também amadurecem. O meu, hoje, não é o mesmo de quando comecei. Continuo porque acredito que ainda posso empreender, investir e construir muito. Mas, principalmente, porque acredito que posso usar aquilo que aprendi para ajudar outras pessoas a tomar decisões melhores e construir também o seu próprio patrimônio.

Por isso, vale a pena parar e nomear os seus. Não apenas os mais óbvios ou aqueles que parecem fazer sentido para os outros. Os verdadeiros. Aqueles que, no fundo, explicam por que você escolheu viver a vida que está vivendo.

E vale, de tempos em tempos, conferir se eles ainda são os mesmos. Porque muita gente passa a vida carregando um porquê que já venceu, sem perceber que deixou de acreditar nele há anos.

Eu sei qual é o meu porquê agora.

E você, sabe quais são os seus?

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Felipe Fernandes é engenheiro e CEO da RendMais Invest e ESA Empreendimentos

Miramar Rooftop tem café da manhã aos domingos

Buffet chama a atenção pela variedade e pela qualidade dos produtos

São Luís – Quem busca uma experiência diferente para começar o domingo encontra no Miramar Rooftop uma combinação que agrada tanto ao paladar quanto aos olhos. Instalado na cobertura do Edifício Marcus Barbosa Intelligent Office, o prédio mais alto de São Luís, o restaurante oferece um café da manhã repleto de opções e uma vista privilegiada da Ilha de São Luís a partir da Avenida dos Holandeses. O serviço é realizado todos os domingos, das 6h45 às 10h, em um ambiente sofisticado e acolhedor.

O buffet chama a atenção pela variedade e pela qualidade dos produtos. Os clientes encontram uma mesa farta com frutas frescas, diferentes tipos de pães, bolos, queijos, frios, salgados, sucos, cafés, doces e outras guloseimas preparadas para agradar aos mais diversos paladares. O cardápio valoriza ingredientes selecionados e proporciona uma refeição completa para quem deseja aproveitar o início do dia com tranquilidade.

No café da manhã do Miramar Rooftop, o apresentador de TV Zé Ciriilo sendo recebido por Ana Patrícia Moreira Barbosa, Joaquim Neto e Jeová Barbosa

Além da gastronomia, um dos grandes diferenciais do Miramar Rooftop é a paisagem. Da cobertura do edifício, os visitantes contemplam uma vista panorâmica da capital maranhense, incluindo parte da orla, bairros da cidade e a beleza natural da Ilha de São Luís. O cenário transforma o café da manhã em um momento de lazer e contemplação, tornando o programa ideal para casais, famílias e grupos de amigos.

O conforto também faz parte da experiência. Os frequentadores contam com elevador exclusivo para acesso ao restaurante, garantindo praticidade desde a chegada. O Edifício Marcus Barbosa Intelligent Office dispõe ainda de estacionamento privativo e estrutura moderna, oferecendo segurança e comodidade aos visitantes durante toda a permanência no local.

De acordo com o gerente do Miramar Rooftop, Armando Ferreira, a proposta é proporcionar muito mais do que uma refeição. “Nosso café da manhã foi pensado para oferecer uma experiência completa. Além de um buffet variado, preparado com muito cuidado, queremos que os clientes aproveitem a vista privilegiada e o ambiente confortável do restaurante. É uma oportunidade de reunir a família ou os amigos para começar o domingo de uma forma especial, com qualidade, segurança e um atendimento diferenciado”, destaca.

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QUEM SOU EU

Jornalista profissional formado pela Universidade Federal do Maranhão e que há mais de 20 anos integra o staff do Grupo Mirante, Evandro Júnior é do Imirante.com, titular da coluna Tapete Vermelho, dentro do Caderno PH Revista, e coordenador e colaborador diário e interino da coluna de Pergentino Holanda (PH) no Imirante.com. A proposta é trazer informações sobre generalidades, com um destaque especial para as esferas cultural, empresarial e política.

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