Evandro Junior
14 de julho de 2026
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Artistas covers de Cazuza e Rita Lee se apresentarão no Beira Dumar
São Luís – A nostalgia e o rock nacional prometem tomar conta da casa de eventos Beira Dumar, na Avenida Beira Mar, no próximo dia 18 de julho, a partir das 20h, com a realização da festa Duelo de Gigantes. Capitaneado pelos DJs Claudinho Polary e Glaydson Botelho, o evento presta uma homenagem a dois dos maiores nomes da música brasileira: Cazuza e Rita Lee, reunindo fãs de diferentes gerações em uma noite dedicada aos grandes clássicos que marcaram época.
O destaque da programação será a apresentação dos artistas covers Valério Araújo, interpretando Cazuza, e Miriam Ruperti, que dará vida ao irreverente repertório de Rita Lee. Os dois prometem transportar o público para diferentes momentos da história do rock nacional, recriando performances marcantes e mantendo viva a essência de artistas que revolucionaram a música brasileira.
O repertório reúne sucessos inesquecíveis, como “Exagerado”, “Onde Você Mora?”, “Mania de Você” e “Lança Perfume”, além de outros hits que atravessaram décadas e permanecem presentes nas playlists dos admiradores da música brasileira. Entre uma apresentação e outra, os DJs Claudinho Polary e Glaydson Botelho comandam a pista com uma seleção especial de clássicos do rock e do pop nacional, mantendo o clima de celebração durante toda a noite.
“Mais do que um show, o Duelo de Gigantes foi pensado como uma experiência musical que une performance, memória afetiva e entretenimento”, diz Claudinho Polary.
A proposta é reviver a força das composições de Cazuza, com sua poesia intensa e contestadora, e a irreverência de Rita Lee, considerada a rainha do rock brasileiro, em um espetáculo que promete emocionar e colocar o público para cantar do início ao fim”, complementa Glaydson Botelho.
A expectativa da organização é reunir amantes da boa música em um ambiente descontraído, celebrando o legado de dois artistas que influenciaram gerações e continuam inspirando novos músicos.
Evandro Junior
14 de julho de 2026
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Sensei Witaçuci Bezerra, do projeto social mantido pelo TUP Porto São Luís, celebrando as conquistas com as judocas do time
São Luís – A cerimônia oficial de premiação das escolas participantes dos Jogos Escolares Ludovicenses (JEL’s 2026) foi realizada no Residencial Recepções em São Luís.
Promovido pela Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Desporto e Lazer (SEMDEL), em parceria com a Federação Maranhense do Desporto Escolar (FEMADE), o evento reuniu no último dia 30 de junho, atletas, professores, gestores e representantes das instituições de ensino que conquistaram as primeiras colocações nas diversas categorias e modalidades da competição.
Durante a solenidade, foram homenageados alunos-atletas e escolas que alcançaram o 1º, 2º e 3º lugares em modalidades coletivas e individuais, como futsal, voleibol, handebol, judô e atletismo. E foram entregues troféus às escolas campeãs gerais.
Além do reconhecimento pelos resultados obtidos, os estudantes e instituições premiadas garantiram classificação para as etapas regionais dos jogos escolares, representando São Luís nas próximas fases da competição.
Projeto social de judô mantido pelo TUP Porto São Luís em destaque
Um dos grandes destaques da premiação foi o projeto social “Farol dos Campeões”, desenvolvido e mantido pelo TUP Porto São Luís. Diversas judocas que subiram ao pódio e contribuíram para os resultados de suas escolas são integrantes da iniciativa, que utiliza o esporte como ferramenta de inclusão social, formação cidadã e desenvolvimento de talentos.
Entre os resultados conquistados pelos atletas do projeto, a UEB Gomes de Sousa sagrou-se campeã no judô na categoria infantil feminina e garantiu ainda a terceira colocação na categoria infanto feminina. Já o IEMA do Campo conquistou o terceiro lugar no judô, na categoria infantojuvenil masculina.
O desempenho dos judocas reforça a importância do projeto “Farol dos Campeões”, que vem transformando a realidade de crianças e adolescentes por meio do esporte e contribuindo para o fortalecimento do judô escolar em São Luís.
Segundo a gerente administrativa do TUP Porto São Luís, Lívia Cândice, em apenas três anos e meio, o projeto Farol dos Campeões já conquistou resultados importantes em competições locais e nacionais de judô. Mais do que medalhas, o projeto promove mudanças significativas na vida dos atletas.
Por meio da prática esportiva, os judocas desenvolvem disciplina, autoestima e valores essenciais para sua formação, além de conquistarem novas oportunidades e ampliarem suas perspectivas de futuro.
Evandro Junior
14 de julho de 2026
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Com foco na formação artística, no aperfeiçoamento técnico e na valorização da cultura musical, o Intercâmbio Cultural Petrobras reúne oito oficinas voltadas a músicos, estudantes, educadores e integrantes da comunidade artística
São Luís – A Filarmônica de Minas Gerais, uma das orquestras mais importantes do País, chega a São Luís (MA) para um intercâmbio com os músicos e a comunidade artística da cidade por meio de oficinas gratuitas; que serão realizadas no auditório da Escola de Música do Estado do Maranhão, na Praia Grande, nos dias 22 e 23 de julho.
Já no dia 24 de julho, às 19h30, a Filarmônica apresenta concerto gratuito no recém-reinaugurado Teatro Arthur Azevedo, com regência do maestro associado da Orquestra, José Soares.
Este projeto é apresentado pelo Ministério da Cultura e Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Patrocínio Máster: Petrobras Apoio: Escola de Música do Estado do Maranhão e Programa Amigos da Filarmônica. Realização: Instituto Cultural Filarmônica, Funarte 50 anos e Ministério da Cultura.
Inscrições gratuitas para Oficinas já abertas
Com foco na formação artística, no aperfeiçoamento técnico e na valorização da cultura musical, o Intercâmbio Cultural Petrobras reúne oito oficinas voltadas a músicos, estudantes, educadores e integrantes da comunidade artística de São Luís. As atividades propõem vivências práticas e conteúdos pedagógicos capazes de fortalecer a cena cultural local, promovendo intercâmbio de conhecimentos entre profissionais convidados e participantes de diferentes níveis de experiência.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site da Filarmônica de Minas Gerais, no link: https://filarmonica.art.br/intercambio-cultural-sao-luis-2026/.
Para o maestro José Soares, “a Filarmônica de Minas Gerais chega a São Luís com a alegria de ampliar e promover a música sinfônica. Ao levar sua produção artística a novos públicos, a iniciativa também fortalece o intercâmbio cultural e a troca de experiências entre artistas, instituições e comunidades, reafirmando o compromisso da Orquestra com a difusão da música de concerto e a valorização da diversidade cultural brasileira”.
Evandro Junior
14 de julho de 2026
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Felipe Fernandes: “As pessoas não são ensinadas a lidar com dinheiro”
Pouca gente que me conhece hoje sabe que, durante a faculdade, trabalhei como garçom em festas. Também fui professor de cursinho e cheguei a carregar e montar equipamentos de eventos. Meu primeiro emprego com carteira assinada foi como gerente de fazenda, em Balsas. Depois veio a construção civil. Vieram as empresas, os erros, os acertos e tudo o que fui aprendendo pelo caminho.
Nunca existiu um plano capaz de prever essa trajetória. Mas, olhando para trás, percebo que uma pergunta esteve presente em quase todas as mudanças importantes da minha vida.
Por quê?
Essa talvez seja uma das perguntas mais importantes que alguém pode fazer a si mesmo. Porque ninguém sustenta uma caminhada longa sem um motivo forte o suficiente para continuar quando fica difícil. E sempre fica difícil.
Passei anos observando uma coisa que me incomoda. As pessoas não são ensinadas a lidar com dinheiro. Não na escola, não em casa, não em lugar nenhum. Aprendem a trabalhar, aprendem a ganhar e depois ficam sozinhas diante da parte mais difícil: o que fazer com o que ganharam.
E aí acontece o que sempre acontece. Gente que trabalhou a vida inteira perde o que juntou em uma decisão ruim. Gente boa confunde investimento com aposta. Gente que poderia estar construindo patrimônio passa décadas apenas passando pelo dinheiro, sem que ele fique.
Não é falta de inteligência. Muitas vezes, é falta de acesso ao conhecimento que sempre pareceu reservado a poucos. Investir virou um assunto cercado por uma linguagem que afasta justamente quem mais precisaria compreendê-lo.
Foi desse incômodo que nasceu a RendMais Investimentos.
A construção civil foi uma das grandes escolas da minha vida. Nela aprendi a empreender, administrar, investir, assumir riscos e, acima de tudo, cuidar de pessoas. Por trás de qualquer empresa existem trabalhadores, famílias, clientes, fornecedores e parceiros. Aprendi que nenhum negócio se constrói sozinho e que nenhum projeto faz sentido se não melhorar, de alguma maneira, a vida de alguém.
Meu porquê de hoje é usar tudo aquilo que aprendi ao longo desse caminho para ajudar mais pessoas a cuidar melhor do próprio dinheiro, investir com mais consciência e construir patrimônio para si e para suas famílias.
Mas foi esse porquê que também me obrigou a fazer uma coisa que eu não queria fazer.
Porque um porquê forte tem uma característica desconfortável: ele não pede permissão. Quando é de verdade, exige que você mude. Que aprenda o que não sabe. Que abandone o conforto daquilo que já domina. Que se torne alguém que ainda não é.
Para a ideia chegar a mais pessoas, eu também precisaria chegar a mais pessoas.
Depois de uma vida inteira trabalhando nos bastidores, eu teria que aprender a aparecer. Escrever. Gravar. Ensinar. Comunicar melhor aquilo que passei anos aprendendo a fazer. E me expor ao julgamento de quem não me conhece.
Não fui para a internet porque queria ser conhecido. Fui porque, em algum momento, comecei a sentir que precisava retribuir parte de tudo aquilo que Deus me deu.
Tive oportunidades. Conheci pessoas extraordinárias. Empreendi, administrei, investi, errei muito, acertei algumas vezes e aprendi ao longo do caminho. E comecei a me fazer uma pergunta:
O que devo fazer com tudo aquilo que aprendi?
A resposta que encontrei foi simples:
Eu tenho que fazer o bem com aquilo que sei fazer bem.
E aquilo que aprendi a fazer foi transformar trabalho em empresas, empresas em patrimônio e conhecimento em decisões. Se parte dessa experiência puder ajudar alguém a compreender melhor o dinheiro, investir com mais consciência e construir um futuro mais seguro para sua família, então compartilhá-la passou a fazer sentido para mim.
Foi aí que entendi por que precisava sair dos bastidores.
Aparecer não é o meu porquê. É uma das coisas que o meu porquê passou a exigir de mim.
Esse é o teste de um porquê. Não apenas o que ele nos faz começar, mas o que estamos dispostos a atravessar por causa dele.
Um motivo fraco nos move enquanto é fácil. Um motivo forte nos move justamente quando não é — quando exige aprender de novo, quando nos obriga a sair do lugar onde já éramos bons, quando cobra um preço que preferiríamos não pagar.
Os porquês também amadurecem. O meu, hoje, não é o mesmo de quando comecei. Continuo porque acredito que ainda posso empreender, investir e construir muito. Mas, principalmente, porque acredito que posso usar aquilo que aprendi para ajudar outras pessoas a tomar decisões melhores e construir também o seu próprio patrimônio.
Por isso, vale a pena parar e nomear os seus. Não apenas os mais óbvios ou aqueles que parecem fazer sentido para os outros. Os verdadeiros. Aqueles que, no fundo, explicam por que você escolheu viver a vida que está vivendo.
E vale, de tempos em tempos, conferir se eles ainda são os mesmos. Porque muita gente passa a vida carregando um porquê que já venceu, sem perceber que deixou de acreditar nele há anos.
Eu sei qual é o meu porquê agora.
E você, sabe quais são os seus?
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Felipe Fernandes é engenheiro e CEO da RendMais Invest e ESA Empreendimentos
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QUEM SOU EU
Jornalista profissional formado pela Universidade Federal do Maranhão e que há mais de 20 anos integra o staff do Grupo Mirante, Evandro Júnior é do Imirante.com, titular da coluna Tapete Vermelho, dentro do Caderno PH Revista, e coordenador e colaborador diário e interino da coluna de Pergentino Holanda (PH) no Imirante.com. A proposta é trazer informações sobre generalidades, com um destaque especial para as esferas cultural, empresarial e política.