Seresta Prime abre as férias de julho com tarde de música, dança e romantismo neste domingo (28)

Programação contará com sete atrações no total

São Luís – A temporada de férias de julho começa em clima de festa, emoção e muita música com mais uma edição da Seresta Prime, que será realizada neste domingo (28), a partir das 15h, na Associação da Sucam. O evento já se consolidou como um dos encontros mais aguardados pelos amantes da seresta, reunindo público de diferentes idades em uma programação voltada para a dança, o romantismo e a celebração da boa música.

Nesta edição, sete atrações sobem ao palco para garantir uma tarde repleta de sucessos. Estão confirmados Banda Seresta Prime, Fabiana Alves, Eduardo Ébano, Walber Carvalho, Cassiana Costa, Zezinho Silva e Val Show. O repertório promete passear pelos clássicos que marcaram gerações, além de canções que continuam conquistando admiradores e embalando casais nos salões de dança.

Um dos diferenciais da Seresta Prime é o ambiente acolhedor e descontraído que se repete a cada edição. “Mais do que um evento musical, a festa se tornou um espaço de convivência, onde amigos se reencontram, famílias compartilham momentos especiais e novos laços são criados ao som de músicas que despertam lembranças e emoções. O clima leve e festivo contribui para o sucesso crescente da programação”, afirma Ary Otelo, idealizador do projeto.

A estrutura da Associação da Sucam também favorece a experiência do público, oferecendo espaço adequado para quem gosta de dançar e aproveitar cada apresentação. Ao longo da tarde, os artistas se revezam no palco, mantendo a animação constante e garantindo diversidade musical para atender aos diferentes gostos dos frequentadores.

Com a abertura oficial das férias de julho, a expectativa da organização é receber um grande público para mais uma celebração inesquecível.

Samba da Formosa terá gravação histórica com César Nascimento

César Nascimento vai cantar ‘Ilha Magnética” do alto das janelas de um casarão na Rua Formosa, neste domingo (28)

São Luís – Um dos maiores nomes da música maranhense, César Nascimento viverá um momento especial neste domingo (28), a partir das 13h, durante o Samba da Formosa, no Centro Histórico de São Luís. O cantor e compositor fará a gravação do audiovisual da canção “Ilha Magnética”, uma obra que celebra a identidade cultural, as belezas e a singularidade da capital maranhense.

A apresentação promete ser um dos destaques da temporada junina deste ano. De forma inédita, César Nascimento cantará do alto da janela de um casarão localizado na Rua Afonso Pena, antiga Rua Formosa, uma das vias mais emblemáticas do Centro Histórico. O cenário histórico servirá de palco para um espetáculo que deve reunir moradores, visitantes e turistas que circulam pela região neste período de intensas manifestações culturais.

Para tornar a ocasião ainda mais marcante, o artista dividirá a cena com os chamados Tenores da Ilha, representantes da força e da tradição do bumba meu boi maranhense. Participarão da gravação os cantadores Ribinha, do Boi de Maracanã, Chagas, do Boi de Ribamar, e Marcos, do Boi da Maioba, três vozes consagradas que ajudam a preservar e fortalecer uma das mais importantes expressões culturais do Maranhão.

A gravação integra o projeto Sacada Cultural, iniciativa do produtor de eventos Ricardo Pororoca, que vem promovendo novas formas de ocupação dos espaços históricos da cidade por meio da arte e da cultura. A proposta é aproximar o público do patrimônio arquitetônico e cultural de São Luís, criando experiências que unem tradição, contemporaneidade e valorização da identidade local.

Com uma trajetória consolidada e marcada pela defesa das raízes culturais maranhenses, César Nascimento construiu ao longo de décadas uma obra reconhecida pela mistura de ritmos, pela poesia e pelo forte vínculo com a cultura popular do estado. A escolha de “Ilha Magnética” para a gravação do audiovisual reforça essa conexão, traduzindo em música o sentimento de pertencimento e admiração por São Luís, cidade reconhecida por seu rico patrimônio histórico, suas tradições populares e sua diversidade cultural.

Ao reunir diferentes gerações e expressões artísticas em um mesmo cenário, a produção promete registrar um momento histórico para a música maranhense, celebrando a riqueza cultural da Ilha e fortalecendo a valorização das manifestações que fazem do Maranhão uma referência cultural no Brasil.

Granorte comemora primeiro pódio de João Lucas no kart

João Lucas é patrocinado pela Granorte

São Luís – Aos 14 anos, o piloto maranhense João Lucas já começa a colher os frutos da dedicação ao kartismo. No último fim de semana, ele conquistou o terceiro lugar na categoria Novatos do Campeonato Super F4, competição realizada no Estádio Castelinho e organizada pelo Clube de Kart São Luís. A etapa integrou a Copa Inverno, disputada ao longo do primeiro semestre e marcada por condições desafiadoras, com várias corridas sob chuva.

João Lucas enfrentou três provas durante a competição, sendo duas com chuva e uma em pista molhada, exigindo técnica, concentração e controle do veículo. Mesmo com pouca experiência na modalidade, o jovem piloto mostrou rápida adaptação e garantiu seu primeiro pódio. O desempenho reforça a evolução do competidor, que vem demonstrando talento e aprendizado acelerado a cada etapa disputada.

João Lucas, à direita, ficou em terceiro lugar no campeonato

O piloto seguirá na disputa do Campeonato Super F4, que retorna em julho com a realização da Copa Verão, prevista para movimentar o kartismo maranhense durante o segundo semestre. Para buscar resultados ainda melhores, João Lucas pretende intensificar os treinos e ganhar mais experiência nas pistas.

Atleta mostra habilidade ao volante durante campeonato

Granorte patrocina pai e filho

Incentivado pelo pai, João Afro, campeão brasileiro de rally, ele também conta com o patrocínio da Granorte, empresa que há anos apoia o esporte e que já esteve ao lado da trajetória vitoriosa do pai. Em franca expansão no Maranhão e em todo o Brasil, o kartismo segue revelando novos talentos, e João Lucas desponta como uma das promessas da nova geração do automobilismo maranhense.

“É sempre gratificante incentivar o esporte maranhense, independente da modalidade. Estamos acompanhando a evolução do João Lucas no kart, e poder participar da trajetória dele muito nos orgulha”, disse Pedro Salgueiro, da diretoria da Granorte.

Felipe Fernandes: “Bem-te-vi que tenta copiar João de Barro acaba ajudante do pedreiro”

Felipe Fernandes: “Observar a concorrência é inteligente. Ignorá-la seria ingenuidade. Mas existe uma diferença enorme entre observar e imitar”

Existe uma expressão aqui no Maranhão que sempre me fez pensar. Diz, mais ou menos, que o passarinho que vive tentando acompanhar o João de Barro acaba se perdendo no caminho. Cada um conta de um jeito. A minha versão é esta: bem-te-vi que tenta copiar João de Barro acaba ajudante do pedreiro.

Quem já observou os dois pássaros entende a graça. O João de Barro constrói uma casa robusta, trabalhada, feita do jeito dele, com as ferramentas e os instintos que são dele. O bem-te-vi tem outra natureza. É ágil, atento, corajoso — enfrenta aves muito maiores para defender o que é seu, e tem um canto tão próprio que dá nome a ele mesmo. Não constrói casa de barro porque nunca precisou. As forças dele são outras. E é justamente por isso que, se resolver imitar o João de Barro, não vai construir uma casa melhor. Vai apenas se desviar daquilo que sabe fazer e terminar carregando tijolo para a obra do outro.

No mundo dos negócios, é exatamente isso que acontece com quem vive de olho na concorrência.

Observar a concorrência é inteligente. Ignorá-la seria ingenuidade. Mas existe uma diferença enorme entre observar e imitar — e é nessa diferença que muitos empresários se perdem. Eles veem o concorrente baixar o preço e baixam o preço. Veem o concorrente lançar um produto e correm para lançar um parecido. Veem o concorrente abrir uma unidade e sentem que precisam abrir também. Cada movimento do outro vira um reflexo no próprio negócio. E, sem perceber, deixam de dirigir a própria empresa para apenas reagir à empresa alheia.

O problema de imitar a concorrência começa por um detalhe que quase ninguém considera: o seu concorrente não conhece a sua empresa. Ele não sabe da sua estrutura de custos, não conhece a sua equipe, não tem ideia da sua realidade financeira e não faz a menor noção da sua estratégia de longo prazo. Quando você copia uma decisão dele, está adotando a escolha de alguém que não possui nenhuma das informações que você possui. Pior: muitas vezes o concorrente também está errado. Ele também faz besteira. Ele também toma decisões ruins. E, ao copiá-lo, você apenas importa o erro dele para dentro de casa — com a desvantagem de não saber sequer por que ele fez aquilo.

Há ainda um efeito mais silencioso, e mais perigoso. A concorrência não mexe apenas com as suas decisões. Mexe com as suas emoções. O movimento do outro gera ansiedade, urgência e a sensação de que você está ficando para trás. E decisão tomada sob essa pressão raramente é boa estratégia. É reação emocional vestida de movimento estratégico.

Quem decide assim entrega o comando sem perceber. Porque quem reage está sempre jogando com a bola na posse do adversário. É o outro quem inicia o lance, é o outro quem define o ritmo, e a você resta apenas correr atrás. Você pode até correr muito. Mas corre sempre atrás — nunca na frente.

Existe ainda um custo maior. Ao copiar a concorrência, a empresa corre o risco de se afastar daquilo que a torna única. Vantagem competitiva nasce justamente daquilo que não pode ser copiado facilmente: cultura, posicionamento, recursos e estratégia. Quanto mais uma empresa imita, mais se dilui. E uma empresa diluída não vence a concorrência. Apenas se transforma numa versão inferior dela.

Por isso, diante de cada decisão importante, vale fazer uma única pergunta, simples e reveladora: eu faria isso se a minha concorrência não existisse?

Se a resposta for sim, a decisão provavelmente é estratégica — nasce da sua visão, do seu cliente e do seu plano. Se a resposta for não, é sinal de alerta. A decisão não está sendo guiada pela sua estratégia. Está sendo guiada pelo medo de ficar para trás. E medo é um péssimo conselheiro empresarial.

Observe a concorrência. Aprenda com ela, inclusive com os erros dela. Mas não a coloque no volante da sua empresa. Porque o destino que serve para o negócio do outro quase nunca é o destino que serve para o seu.

No fim, cada pássaro constrói a casa que a sua própria natureza pede. O João de Barro faz a dele. E o bem-te-vi, quando entende quem é, descobre que nunca precisou imitar ninguém para encontrar o seu lugar.

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QUEM SOU EU

Jornalista profissional formado pela Universidade Federal do Maranhão e que há mais de 20 anos integra o staff do Grupo Mirante, Evandro Júnior é do Imirante.com, titular da coluna Tapete Vermelho, dentro do Caderno PH Revista, e coordenador e colaborador diário e interino da coluna de Pergentino Holanda (PH) no Imirante.com. A proposta é trazer informações sobre generalidades, com um destaque especial para as esferas cultural, empresarial e política.

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